Desnazificando

NEPAT - Núcleo Brasileiro de Estudos de Nazismo e Holocausto

A seus postos, Aliança Rebelde! Seja bem-vindo ao Desnazificando, um podcast de iniciativa totalmente feminina realizado pelas coordenadoras do Núcleo Brasileiro de Estudos de Nazismo e Holocausto (NEPAT). Nesse espaço iremos falar sobre pesquisa, educação, nazismo, século XX e o que mais der na telha. Nosso objetivo é debater conceitos, ideias e acontecimentos de maneira descontraída, mas com profundidade e qualidade.

All Episodes

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando, seu podcast quinzenal realizado pelas coordenadoras do NEPAT, o Núcleo Brasileiro de Estudos de Nazismo e Holocausto. No episódio de hoje nós vamos falar sobre história e memória das mulheres durante a Segunda Guerra Mundial. A historiadora Wendy Lower chama a atenção para um mito persistente dentro da história - o mito da mulher apolítica. Ou seja, a ideia de que as mulheres não se envolviam com questões políticas e ficavam, portanto, limitadas às áreas de atuação que são consideradas como menos importantes quando se fala de uma escrita da história da guerra. As mulheres são relegadas a essa esfera secundária e por isso não aparecem como sujeitos históricos. A história da Segunda Guerra Mundial é, como que por um acaso, uma história da qual as mulheres não fazem parte. Nesse sentido, a experiência masculina da guerra é tida como a experiência padrão, a experiência normativa. A experiência das mulheres, por outro lado, é a experiência das mulheres. Ou seja, o particular só existe ali, localizado. A interferência do gênero enquanto uma categoria que vai influenciar certos contornos da experiência dos sujeitos históricos só aparece como relevante no caso das mulheres. Esse é um dos pontos de questionamento dentro da obra da Svetlana Aleksiévitch, autora de A Guerra Não Tem Rosto de Mulher - que nós já indicamos no nosso instagram. Ela vai colocar em questão a guerra “oficial”, ou melhor a memória “oficial” da guerra, visando recuperar a experiência das mulheres soviéticas que viveram a Segunda Guerra Mundial. Cada uma delas viveu sua própria guerra, e o rosto feminino da guerra é parte da história da Segunda Guerra Mundial tanto quanto o rosto masculino. Bom, não é sempre que nós falamos de história das mulheres por aqui, no NEPAT. E, como nenhuma de nós estudamos isso, hoje nós trouxemos uma convidada maravilhosa para discutir essas questões conosco: Joyce Rodrigues. Então, vamos lá?

Nov 24

1 hr 28 min

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando, seu podcast quinzenal realizado pelas coordenadoras do NEPAT, o Núcleo Brasileiro de Estudos de Nazismo e Holocausto. No episódio de hoje nós vamos falar sobre um tema que nós, aqui do NEPAT, conhecemos recentemente e achamos muitíssimo relevante e interessante e quisemos trazer aqui para apresentar e, acima de tudo, debater, com vocês: a arqueologia do Holocausto. É isso mesmo: arqueologia. Talvez vocês, assim como nós, não estejam lá muito familiarizados com o assunto e geralmente associem a arqueologia à passados bem mais remotos do que os que nós trabalhamos por aqui. Mas é justamente aí que está o pulo do gato: não apenas de Egito Antigo é feita arqueologia. Descobrimos esses dias que ela é um campo muito mais abrangente e interdisciplinar do que imaginávamos, assim como passados bem mais recentes podem ser objetos de estudo da arqueologia. Diante dessas constatações, vamos refletir hoje um pouco sobre esse assunto e esse campo de estudos que é super recente e, portanto, ainda está em construção. Hoje nós vamos dialogar com a Caroline Sturdy Colls que é professora associada na Universidade de Staffordshire especializada em arqueologia forense e do Holocausto e escreveu um livro chamado “Arqueologias do Holocausto: abordagens e direções futuras”, lançado em 2015. A partir dele nós vamos conversar um bocado, pensar numas questões e tentar compreender melhor por onde passa essa misteriosa arqueologia. Vamos lá?

Nov 10

1 hr 4 min

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde!  Está começando mais um Desnazificando, seu podcast quinzenal realizado pelas coordenadoras do NEPAT, o Núcleo Brasileiro de Estudos de Nazismo e Holocausto. No episódio de hoje nós vamos conversar sobre o Tribunal Militar de Nuremberg, estabelecido pelos Estados Unidos na cidade de Nuremberg, claro, onde ocorreram doze julgamentos importantíssimos dos crimes de guerra dos nazistas. Hoje, então, nós vamos falar sobre esses julgamentos de um modo mais geral, explicando como foram esses processos e qual legado eles deixaram para nós. E vamos abordar também alguns dos casos que nós consideramos mais interessantes dentre os doze julgamentos que aconteceram. Antes de começarmos, vale mencionar que esse episódio é parte da programação do mês temático sobre os Julgamentos de Nuremberg que está rolando lá no nosso instagram, então sintam-se convidados a passar lá no nosso perfil e dar uma olhada no conteúdo que nós estamos produzindo. Nuremberg é um evento histórico muito significativo, que marcou o início do pós-guerra e o início do processo de tentar lidar com as sequelas históricas e políticas que o nazismo deixou. Esse ano completam 75 anos desde o fim do primeiro dos julgamentos pelo Tribunal Militar Internacional, que, além disso, como todos vocês devem saber a essa altura, é o tema da tese de doutorado da Maria, então temos muitos motivos para comemorar e falar sobre essa data. Vamos lá?

Oct 27

1 hr 38 min

This episode is the recording of our coordinator Maria Visconti's presentation for the PhD and a cup of tea series, organized by the Wiener Holocaust Library, London.  The presentation "The Nazis speak for themselves: analysing perpetrator’s narratives in The Nuremberg Trial" is about her doctoral research and she speaks about the archetypes she uses for her thesis to better understand the discoursive strategies of the Nazi defendants in the trial. The first part of the episode is an explanation of the theme in Portuguese, and then, Maria gives her presentation in English. - 🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e no episódio de hoje vocês vão ouvir a apresentação da nossa coordenadora Maria Visconti no grupo de pesquisa internacional PhD and a Cup of Tea, organizado pela Wiener Holocaust Library de Londres. Como vocês já sabem, a Maria pesquisa, no doutorado, os discursos e as auto-representações dos nazistas nos Julgamentos de Nuremberg e, como nós estamos fazendo um mês temático devido aos 75 anos o fim desses julgamentos, achamos que seria uma boa trazer para o Desnazificando a fala da Maria. A apresentação foi feita em inglês, mas faremos aqui uma breve introdução pra esclarecer melhor os tópicos e para que fique melhor de acompanhar! O objetivo dela foi falar sobre os arquétipos que ela vai utilizar na tese para analisar o discurso dos nazistas durante o julgamento. Pra além da famosa “banalidade do mal”, que foi utilizada por Hannah Arendt para se referir à postura de Adolf Eichmann durante o seu julgamento, Maria desenvolve outros modos de interpretação para compreender como esses homens se portaram quando, não só a vida deles, mas também o regime nazista estava em julgamento. Por meio dos casos de Julius Streicher, Ernst Kaltenbrunner e Hjalmar Schacht, ela aborda três arquétipos diferentes: o primeiro é o dos “verdadeiros crentes” (true believers), que são os nazistas que permanecem nazistas mesmo quando enfrentam a morte. Aqui temos homens que não têm medo de mostrar seu alinhamento contínuo com o sistema de crenças nazista e dedicam tempo para defender o regime e seu líder, Adolf Hitler. O segundo arquétipo são os “negadores esquecidos” (oblivious deniers). Ou seja, aqueles que negam a participação em qualquer atividade que possa ser considerada criminosa e alegam total desconhecimento sobre tudo o que diz respeito ao próprio trabalho. E o último arquétipo é o dos “resistentes decepcionados” (disappointed resistants), que são homens que afirmam ter resistido ao nazismo desde o início, mesmo tendo um cargo ou posição no Ministério, ou homens que se apresentam como muito decepcionados com o Terceiro Reich. Peguem aí um cházinho de preferência e vamos ouvir a apresentação da Maria!

Oct 13

34 min 56 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! No episódio de hoje do Desnazificando nós trouxemos uma pauta baseada no livro "Lying About Hitler (Mentindo Sobre Hitler)" do nosso queridinho aqui no NEPAT, Richard Evans. O episódio faz parte da semana do aniversário do Evans e como comemoração nós estamos lançando posts só sobre ele e sua obra - se vocês acompanham o nosso Instagram já devem conhecer o esquema das semanas temáticas. E hoje vamos falar sobre "Mentindo sobre Hitler", um livro que infelizmente não tem tradução para o português. É justamente por isso que estamos produzindo esse conteúdo, para tornar mais obras como essa mais acessíveis para o público brasileiro. O episódio de hoje envolve um caso judicial bem famoso, que contou com a participação ilustre do Evans. E no livro ele reflete sobre essa experiência e levanta algumas questões sobre a metodologia da disciplina histórica, sobre o negacionismo, sobre a memória do Holocausto, enfim, muita fritação que nós gostaríamos de compartilhar com vocês aqui no podcast. É um livro que tem tudo a ver com o nosso trabalho. Então, sem mais delongas, vem com a gente?

Sep 30

1 hr 24 min

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! No episódio de hoje do Desnazificando nós vamos falar sobre um tema que vai ser uma super novidade aqui: as apropriações que grupos de extrema direita fazem do passado medieval. A gente tem visto algumas alusões ao medievo devido a acontecimentos recentes como: um homem supostamente vestido de viking ganhou os holofotes na invasão do Capitólio nos Estados Unidos (apesar de que vikings não eram um povo, mas sim uma ocupação, e sei lá né, ele tava mesmo vestido de viking? ENFIM). Ou a infeliz existência de memes do presidente da república como um cavaleiro medieval. Diante disso, talvez vocês estejam se perguntando: passado medieval? Como assim a Idade Média é um ponto de apoio no discurso de grupos de extrema direita? O que afinal de contas aconteceu na Idade Média? Ela é MESMO um período histórico ou ela foi só inventada pelos modernos porque eles queriam ser mais modernos do que os medievais e se tornarem os verdadeiros “herdeiros” das grandes civilizações antigas? Para bater esse papo com a gente, muito mais contemporâneo do que medieval, temos um convidado especialíssimo que é, além de um amigo querido, um pesquisador extremamente competente. O Luiz Guerra é graduado em História pela UFMG e desenvolve pesquisas relacionadas ao neomedievalismo e às apropriações do passado medieval feitas por grupos de extrema direita. Ele vai contar pra gente um bocado mais sobre esse assunto e sobre como têm sido sobreviver dentro desse mar de lixo tóxico de Chernobyl que são esses movimentos. Vamos lá?

Sep 16

1 hr 52 min

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando, e no episódio de hoje nós vamos falar sobre um tema que infelizmente, por conta da pandemia de COVID-19 no Brasil, tem sido cada vez mais atual. Algumas das questões que vamos trazer hoje tem aparecido com frequência, por exemplo, na CPI da COVID. Afinal de contas, médico é cientista? A ciência é isenta politicamente? A ciência evolui sempre para o bem? O que Mengele e outros médicos nazistas faziam é uma pseudociência? Enfim, queremos trazer um debate sobre medicina, eugenia, nazismo e bioética, temas super super complexos e que justamente por isso merecem muita atenção e cuidado nas abordagens. Esse é um tema que a gente já queria falar há muito tempo e por isso trouxemos uma especialista em história da ciência pra conversar aqui com a gente. Vamos bater esse papo com a minha amiga pessoal Isabela Dornelas, doutoranda em História na UFMG pesquisando o desenvolvimento da cesariana como técnica cirúrgica no Brasil entre os séculos XIX e XX. Bora lá porque hoje vai ter muita fritação!

Jul 9

1 hr 18 min

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. Os episódios de hoje fazem parte da mesa "Os nazistas no Brasil: presenças e heranças" que contou com as apresentações do Prof. Bruno Leal (História-UnB), do Prof. Felipe Cittolin Abal (PPGH-UPF) e da Profa. Heloisa Starling (História-UFMG). Esse episódio é com a apresentação de Felipe Cittolin Abal (PPGH-UPF), intitulada "Nazistas no Brasil e Extradição: os casos Franz Stangl e Gustav Wagner no STF". Vamos lá?

Jul 3

30 min 40 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. Os episódios de hoje fazem parte da mesa "Os nazistas no Brasil: presenças e heranças" que contou com as apresentações do Prof. Bruno Leal (História-UnB), do Prof. Felipe Cittolin Abal (PPGH-UPF) e da Profa. Heloisa Starling (História-UFMG). Esse episódio é com a apresentação de Bruno Leal (História-UnB), intitulada “Criminosos nazistas no Brasil: dos mitos aos fatos”. Vamos lá?

Jul 3

22 min 38 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. Os episódios de hoje fazem parte da mesa "Os nazistas no Brasil: presenças e heranças" que contou com as apresentações do Prof. Bruno Leal (História-UnB), do Prof. Felipe Cittolin Abal (PPGH-UPF) e da Profa. Heloisa Starling (História-UFMG). Esse episódio é com a apresentação de Heloisa Starling (História-UFMG), intitulada “O Partido Nazista e o nazismo no Brasil: Quando será tarde demais para soar o alarme?”. Vamos lá?

Jul 3

41 min 45 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. Os episódios de hoje fazem parte da mesa "Nazismo e Holocausto: negacionismos e usos do passado" que contou com as apresentações da Profa. Mariana de Moraes Silveira (História-UFMG), do Prof. Odilon Caldeira Neto (História-UFJF) e do Prof. Luis Edmundo de Souza (História-UFRRJ). Esse episódio é com a apresentação de Mariana de Moraes Silveira (História-UFMG), intitulada “Os usos do passado em questão: considerações a partir da Historikerstreit”. Vamos lá?

Jun 28

42 min 8 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. Os episódios de hoje fazem parte da mesa "Nazismo e Holocausto: negacionismos e usos do passado" que contou com as apresentações da Profa. Mariana de Moraes Silveira (História-UFMG), do Prof. Odilon Caldeira Neto (História-UFJF) e do Prof. Luis Edmundo de Souza (História-UFRRJ). Esse episódio é com a apresentação de Odilon Caldeira Neto (História-UFJF), intitulada “Negacionismo do Holocausto e o neofascismo transnacional”. Vamos lá?

Jun 28

41 min 45 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. Os episódios de hoje fazem parte da mesa "Nazismo e Holocausto: negacionismos e usos do passado" que contou com as apresentações da Profa. Mariana de Moraes Silveira (História-UFMG), do Prof. Odilon Caldeira Neto (História-UFJF) e do Prof. Luis Edmundo de Souza (História-UFRRJ). Esse episódio é com a apresentação de Luis Edmundo de Souza (História-UFRRJ), intitulada “Negacionismo e os Historiadores”. Vamos lá?

Jun 28

46 min 15 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. Os episódios de hoje fazem parte da mesa "Disputas de memória: entre o testemunho e o esquecimento" que contou com as apresentações do Prof Márcio Seligmann-Silva (Letras-UNICAMP), do Prof. Elcio Cornelsen (Letras-UFMG) e de Carlos Reiss (Museu do Holocausto de Curitiba). Esse episódio é com a apresentação de Márcio Seligmann-Silva (Letras-UNICAMP), intitulada “O que resta do testemunho”. Vamos lá? 

Jun 27

45 min 8 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. Os episódios de hoje fazem parte da mesa "Disputas de memória: entre o testemunho e o esquecimento" que contou com as apresentações do Prof. Márcio Seligmann-Silva (Letras-UNICAMP), do Prof. Elcio Cornelsen (Letras-UFMG) e de Carlos Reiss (Museu do Holocausto de Curitiba). Esse episódio é com a apresentação de Elcio Cornelsen (Letras-UFMG), intitulada “'Conservarei, guardarei, esquecerei?': Reflexões sobre Cascas, de Georges Didi-Huberman”. Vamos lá? 

Jun 27

27 min 14 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. Os episódios de hoje fazem parte da mesa "Disputas de memória: entre o testemunho e o esquecimento" que contou com as apresentações do Prof Márcio Seligmann-Silva (Letras-UNICAMP), do Prof. Elcio Cornelsen (Letras-UFMG) e de Carlos Reiss (Museu do Holocausto de Curitiba). Esse episódio é com a apresentação de Carlos Reiss (Museu do Holocausto de Curitiba), intitulada “Memória coletiva e luta por hegemonia: o universalismo do Holocausto no século XXI”. Vamos lá?

Jun 27

37 min 43 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando! E no episódio de hoje nós vamos falar sobre um tema que infelizmente tem voltado a popularidade: julgamentos de nazistas. Mais especificamente, vamos falar sobre o primeiro de todos os julgamentos, o Julgamento de Nuremberg, ocorrido na cidade de Nuremberg, na Alemanha, entre os anos de 1945 e 1946. Nuremberg voltou à cena depois que foi citado na CPI da COVID nos últimos dias, alguns dias depois de o julgamento de Adolf Eichmann também ter sido citado. Mas o que foi esse julgamento em Nuremberg? Quem eram os homens julgados? Quais foram as sentenças? Bom, a tese da nossa coordenadora Maria Visconti é justamente sobre esse julgamento e seus réus. Vamos conversar hoje sobre a dinâmica desse polêmico tribunal, sobre essa complicada justiça de transição no processo de desnazificação e também sobre a relação disso com a CPI da COVID. Vamos lá?

Jun 10

1 hr 36 min

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. Os episódios de hoje fazem parte da mesa "Nazismo e neonazismo: reverberações na história" que contou com as apresentações do Prof. Dr. Guilherme Franco de Andrade (História-UFMS/IFMT), do Prof. Dr. Alexandre de Almeida (História-UFJF/UFABC) e da Prof. Dra. Adriana Dias (Antropologia-UNICAMP). Esse episódio é com a apresentação de Adriana Dias (Antropologia-UNICAMP), intitulada "Misocracia e o Brasil contemporâneo: Observando discursos de ódio na política brasileira”. Vamos lá?

Jun 2

57 min 36 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde!  Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast.   Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão.   Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. O episódio de hoje faz parte da mesa "Nazismo e neonazismo: reverberações na história" que contou com as apresentações do Prof. Dr. Guilherme Franco de Andrade (História-UFMS/IFMT), do Prof. Dr. Alexandre de Almeida (História-UFJF/UFABC) e da Prof. Dra. Adriana Dias (Antropologia-UNICAMP). Esse episódio é com a apresentação de Alexandre de Almeida (História-UFJF/UFABC), intitulada "A produção documental de organizações White Power no Brasil contemporâneo”. Vamos lá?

Jun 2

38 min 25 sec

🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. O episódio de hoje faz parte da mesa "Nazismo e neonazismo: reverberações na história" que contou com as apresentações do Prof. Dr. Guilherme Franco de Andrade (História-UFMS/IFMT), do Prof. Dr. Alexandre de Almeida (História-UFJF/UFABC) e da Prof. Dra. Adriana Dias (Antropologia-UNICAMP). Esse episódio é com a apresentação de Guilherme Franco de Andrade (História-UFMS/IFMT) intitulada “A reorganização da extrema direita e o neonazismo na Europa (1945-2002)”. Vamos lá?

Jun 2

40 min 51 sec

🎙 A seus postos Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e no episódio de hoje nós vamos falar sobre um tema super inédito: a percepção de meninas e meninos sobre a Segunda Guerra Mundial e a ocupação nazista na França. Para isso, temos uma convidada super especial: a Franciele Becher, que desenvolve sua pesquisa de doutorado em História no Institut d’Histoire du Temps Présent (IHTP), da Université Paris 8 e também faz parte do nosso grupo “Pensar os Extremos: Rede Interdisciplinar de Estudos sobre Nazismo, Memória e Guerra”. A temática da percepção de crianças e jovens sobre conflitos militares, como a Segunda Guerra, é algo que intriga não apenas historiadoras e historiadores, como também outros profissionais que trabalham com esse recorte, além da sociedade em geral. No cinema, por exemplo, são muitos os filmes que trazem uma perspectiva infantil para problematizar as atrocidades cometidas nesses conflitos. Uma produção recente que aborda esse assunto é o premiado Jojo Rabbit, do diretor Taika Waititi. Entre acertos e equívocos, essas produções costumam levantar os ânimos das discussões com relação ao trauma e à vivência da guerra: quais são os limites éticos para evocar uma perspectiva infantil em narrativas sobre a Segunda Guerra? É possível trazer, efetivamente, uma visão infantil ou jovem do conflito que não relativize o sofrimento? As crianças e jovens percebiam a guerra de forma diferente? Ou somos nós, adultos, que achamos que elas não refletem sobre tais atrocidades e tendemos a minimizar as suas percepções? Essas são só algumas provocações para abrir a nossa conversa, então podem se preparar que tem muita fritação por aí! Vamos lá? [Imagem da capa: Desenho de 1944 feito por um jovem de 17 anos. Centro de Observação de Crimée, Arquivos departamentais do Essonne, França.]

May 12

1 hr 27 min

This episode is the recording of the opening conference of the international event “What is left of the Swastika: nazism, negationism and memory”, held and organized by us from NEPAT - The Brazilian Center for Nazism and Holocaust Studies. The goal of the event was to foster reflections about the dangers of the permanence of Nazi ideology and discourse in the present days, as well as to better understand the Third Reich, this “past that won’t pass”. All the conferences are available on our YouTube channel with automatic English subtitles. This conference is titled "Women of Nazi Germany: bystanders, collaborators, and perpetrators" and was given by Professor Wendy Lower, P.hD. (William Rosenberg Senior Scholar, Yale University -on sabbatical-/ Professor of History at Claremont McKenna College). The conference intends to show the participation of German women in the Nazi regime and their role in the occupied territories in the East, considering their help in the regime: as teachers, secretaries, nurses and wives. Not all of them became perpetrators, but to ignore the ones who did would severely impact our understanding of the Holocaust. The first part of the episode is an explanation of the theme in Portuguese, and then, professor Lower gives her presentation in English. - 🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Esse episódio é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Nós inclusive já fizemos um episódio de divulgação do evento aqui do Desnazificando, em que a gente conversou sobre a programação. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, feita de sempre com muita responsabilidade e qualidade, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Então se você perdeu o evento ao vivo, ou alguma das mesas, não tem problema, você pode entrar no nosso canal e acessar os vídeos das transmissões. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas vocês podem conferir lá no nosso canal do Youtube. O primeiro episódio é com a fala da Prof. Dra. Wendy Lower (pesquisadora sênior William Rosenburg, Universidade de Yale -em sabático-/ Professora de História na Faculdade Claremont McKenna). Lower fez a conferência de abertura do nosso evento, com a apresentação "As mulheres do nazismo: espectadoras, colaboradoras e perpetradoras". O objetivo da conferência foi apresentar a participação das alemãs dentro do regime nazista e sua atuação nos territórios ocupados no leste, pensando nas suas diversas contribuições para o regime: como professoras, secretárias, enfermeiras e esposas. Nem todas se tornaram perpetradoras, mas ignorar a atuação das mulheres que participaram da máquina genocida limita severamente nossa compreensão do Holocausto. O episódio, assim como a conferência, estão em inglês, mas no futuro iremos repostar o vídeo no nosso Youtube com legendas em português. Vamos lá?

May 2

42 min 19 sec

🎙 A seus postos Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando, e no episódio de hoje nós vamos falar sobre alguns conceitos da obra do historiador Ian Kershaw. Vamos falar aqui hoje da ideia de "trabalho em direção ao Führer", "autoridade carismática", opiniões da população alemã durante o Terceiro Reich, enfim, uma miscelânea de um monte de coisa que o Kershaw falou ao longo da vida. Como vocês sabem, estamos fazendo aqui no nosso instagram a Semana Ian Kershaw em homenagem ao aniversário desse historiador que nós amamos tanto e que é uma referência enorme para qualquer pessoa que queira se aventurar a estudar nazismo. Infelizmente a maioria das obras do Kershaw ainda não foram traduzidas para o português, então esperamos que esse conteúdo possa auxiliar a divulgar mais esses conceitos tão importantes para a compreensão do Terceiro Reich. Então esperamos que vocês gostem de mais esse conteúdo da Semana Kershaw! Kershaw faz parte da linha de historiadores que tenta compreender a (des)organização do regime nazista em conjunto com a construção da imagem de Hitler. Ele é uma das maiores e mais reconhecidas referências sobre Terceiro Reich. Em português, temos acesso, infelizmente, apenas à monumental biografia de Hitler (2008), "O fim do Terceiro Reich: a destruição da Europa de Hitler" (2015) e “De volta ao Inferno: Europa, 1914-1949” (2016), "Dez decisões que mudaram o mundo" (2008), todos lançados pela Companhia das Letras. Kershaw também é conhecido por ser conselheiro histórico nas séries da BBC “The Nazis: a warning from history” (1997) e “War of the century” (1999). Hoje nós vamos falar um pouquinho sobre alguns conceitos da obra do historiador e pode ter certeza que vem muita fritação por aí. Vem com a gente!

Apr 28

1 hr 24 min

🎙 A seus postos Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e no episódio de hoje nós vamos fazer um negócio que na verdade nem é um episódio direito, nada mais é do que um enorme jabá do evento online que nós estamos organizando. É isso mesmo minha amiga ouvinte, se você não nos acompanha nas nossas redes sociais (por sinal, deveria, é @nepat.ufmg no instagram e @nepat_ufmg no twitter) nós temos anunciado ao longo desse mês que o NEPAT está organizando um evento internacional online para abril de 2021. O evento se chama "O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória" e vai rolar entre os dias 5 e 9 de abril de 2021 no nosso canal do Youtube (inclusive estamos muito chiques agora que temos inscritos o suficiente e pudemos personalizar nosso link, agora vocês podem encontrar nosso canal em youtube.com/c/nepatufmg tal qual profissionais que somos). Com exceção dos minicursos toda a programação do evento é gratuita e não requer inscrição prévia. Emitiremos certificado de ouvinte de 25 horas para quem comparecer em 4 das 8 mesas do evento. A presença será computada através do formulário que será enviado durante as mesas no chat do Youtube e o certificado de ouvinte será enviado em até 30 dias após o término do evento. Todas as mesas ficarão gravadas no nosso canal do Youtube, então se não rolar de você assistir no horário, você pode assistir depois! Bom, hoje nós viemos aqui falar um pouquinho sobre o evento, contar pra vocês a programação e convidar vocês a participarem com a gente e prestigiarem essa nossa iniciativa! Então bora lá pro marketing do evento!

Mar 27

27 min 50 sec

🎙 A seus postos Aliança Rebelde! No episódio de hoje do Desnazificando nós falamos sobre a continuação do famoso “O Conto da Aia”: “Os Testamentos”. No nosso episódio sobre o “O Conto da Aia”, nós falamos sobre o regime que foi estabelecido nos Estados Unidos em uma perspectiva guiada pelo conceito de totalitarismo, de Hannah Arendt. A gente abordou questões relativas à ideologia, ao terror e ao isolamento, que são elementos fundamentais quando falamos sobre totalitarismo. Hoje, nós vamos falamos sobre outras questões presentes na sequência da primeira obra da Margaret Atwood, que foi lançada em 2019. Em “Os Testamentos”, a autora nos leva de volta à Gilead, ainda que em um momento diferente: conhecemos um regime mais bem estruturado e consolidado, porém igualmente repressivo. A história se desenvolve por meio de três vozes: Agnes, Daisy (a princípio!) e Tia Lydia, que já era nossa conhecida da época da June. A partir delas nós vamos falar, hoje, sobre outros aspectos presentes nos regimes totalitários e, mais especificamente, que constituíram o regime de Gilead. Vamos falar de machismo, misoginia, repressão, mitologias de liderança, colaboração, perpetradoras, da construção do regime e sobre resistência. Vamos lá?

Feb 25

1 hr 18 min

A seus postos, Aliança Rebelde! 🎙 No episódio de hoje do Desnazificando nós vamos falar sobre um tema que gostamos bastante: literatura. Mais especificamente sobre representações literárias da Segunda Guerra Mundial. A Segunda Guerra, foi sem dúvida, um dos eventos mais marcantes do século XX, afinal foi senão o maior, um dos maiores conflitos bélicos na história, que aconteceu em uma escala global e causou um nível de destruição nunca antes visto. Tendo em vista o quão emblemática foi a Segunda Guerra Mundial, não parece surpreendente que ela seja recuperada com bastante frequência. Mas o que podemos observar é que cada vez mais conteúdo é produzido sobre a Segunda Guerra - filmes, séries, documentários, livros, quadrinhos, sites e blogs, etc., tanto que nunca falta material para trazermos aqui para o NEPAT. E nesse mundo a gente não pode tomar nada como dado. Especialmente nós, que somos historiadoras, não podemos deixar de nos perguntar que memória está sendo construída sobre a Segunda Guerra Mundial. Afinal de contas, a visão que temos do passado é algo em constante construção e alvo de disputas. Mas, no episódio de hoje, vamos focar nas representações dentro da literatura, afinal de contas sem um recorte seria impossível gravar um episódio. E para fazer essa discussão aqui conosco, nós temos hoje um convidado muito especial: José Otaviano da Mata Machado, ou Tavos. O Tavos faz parte de um projeto incrível de divulgação científica que provavelmente vocês conhecem, o Mimimidias. O Mimimidias, desde 2017, produz vídeos sobre internet, música, cinema, games, design, literatura e tudo que é mídia, sempre com rigor acadêmico, bom humor e muito mimimi, como eles próprios dizem. O Tavos também é um membro do NEGUE (Núcleo de Estudos de Guerra e Literatura), um grupo de estudos da Faculdade de Letras lá da UFMG. E ano passado nós fizemos uma participação no podcast deles, o Guerras Imaginadas. As meninas do grupo me receberam super bem e a gente conversou sobre a obra da Svetlana Aleksiévitch. Podemos deixar o link do episódio para vocês irem lá conferir o podcast deles. E, agora, chegou a vez deles de fazerem uma participação aqui no Desnazificando! Por isso, o Tavos veio aqui bater esse papo com a gente. Vamos lá?

Feb 10

1 hr 55 min

A seus postos Aliança Rebelde! 🎙 Finalmente chegou a segunda temporada do Desnazificando! Vocês estavam com saudade? 🖤   No primeiro episódio dessa temporada nós vamos trazer mais um tema para a série de Dicionário de Conceitos: hoje, nós vamos falar sobre os conceitos de culpa e responsabilidade. Pra quem não conhece, nessa série de Dicionário de Conceitos nós tentamos fazer um debate teórico e historiográfico de algum conceito específico, trazendo também suas possíveis aplicações. Lembramos, é claro, que esse dicionário não tem a pretensão de exaurir a discussão sobre um determinado conceito e é claro que vai ficar muita coisa de fora. A ideia é a de trazer um debate com alguns autores e algumas teorias e convidamos vocês ouvintes a complementar a nossa discussão com mais bibliografia e outros autores e perspectivas, combinado? Bom, resolvemos fazer um dicionário para falar de dois conceitos justamente porque eles são complementares. Mas vocês vão reparar que ao longo do episódio mencionaremos outro conceito fundamental para essa discussão, que é o conceito de moral. Responsabilidade, culpa e moralidade caminham juntos nesse rolê complexo de compreender a conduta humana. Pensando especificamente no caso do nazismo, as perguntas que pairam são: de quem foi a culpa pelo Terceiro Reich? Podemos responsabilizar apenas Adolf Hitler pelo Holocausto? E a população alemã, como fica nessa história? Vem com a gente que vamos conversar sobre isso!

Jan 28

55 min 30 sec

A seus postos, Aliança Rebelde! 🎙 Está no ar mais um episódio do Desnazificando! Esse é o último episódio da nossa primeira temporada e gostaríamos de agradecer muito a todos vocês que nos ouvem e a todos os convidados incríveis que tivemos! Obrigada por fazer esse projeto dar certo 🖤  E hoje, nós vamos falar sobre os desafios da educação com relação a temas sensíveis. Como elaborar propostas pedagógicas e educacionais para trabalhar com responsabilidade eventos traumáticos? Pensando especificamente no Holocausto, Andreas Huyssen, em "Seduzidos pela memória", diz que houve uma hollywoodização dessa temática, com um excesso de apelo memorialístico que não necessariamente implica em uma verdadeira compreensão daquele trauma. Por isso, precisamos pensar em formas efetivas de abordagem que saiam da superfície e que de alguma forma façam com que as pessoas reflitam não apenas sobre o evento em si, mas sobre as raízes do evento e suas consequências na atualidade. Como lembra Zygmunt Bauman, o Holocausto, infelizmente, não é um problema só dos judeus: ele faz parte de uma estrutura burocrática moderna e se constitui em discursos ideológicos racistas que ameaçam a sociedade democrática. A educação aparece então como um dos pilares na compreensão desse fenômeno e na possibilidade de novos caminhos no futuro. Enfim, chamamos pra bater esse papo com a gente o Carlos Reiss, coordenador-geral do Museu do Holocausto de Curitiba, o primeiro museu do Holocausto no Brasil, e que, segundo eles, tem como objetivo "relembrar as vítimas e alertar as novas gerações sobre os perigos do ódio, da intolerância e do Racismo". Vem com a gente?

Dec 2020

1 hr 30 min

A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje nós vamos falar um pouco sobre a obra  O Conto da Aia. Lançada em 1985 e escrita pela autora canadense Margaret Atwood, o romance ganhou sua primeira edição brasileira em 1987 e, em 2017, ganhou uma nova edição, que veio acompanhada do lançamento de uma série homônima no canal de streaming Hulu. O livro já foi adaptado para um filme (1990), uma ópera (2000) e uma graphic novel (romance gráfico, 2019). Nos mais variados formatos que a história criada por Atwood assumiu, ela suscitou intensos debates e foi razão de grande sucesso: o livro foi extremamente aclamado em seu lançamento, ganhando o Governor General's Awards em 1985 e o primeiro Prêmio Arthur C. Clarke em 1987, e a série que ganhou oito prêmios no Emmy e dois Globos de Ouro. O recente sucesso da série e do livro, que inclusive ganhou continuação em 2019, aponta para um aspecto tenebroso em nossa realidade, como afirmou Atwood em entrevista: estamos mais próximos de Gilead do que gostaríamos. Tendo isso em vista e encarando a ficção como fonte para a reflexão e a compreensão acerca da realidade do nosso mundo, hoje vamos fazer uma análise de O Conto da Aia a partir do conceito de totalitarismo da filósofa Hannah Arendt, nossa conhecida por aqui, para, não só entender o universo criado por Atwood, mas também para refletir sobre o nosso próprio mundo. Vamos lá?

Dec 2020

1 hr 1 min

A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje, nós vamos falar sobre os conceitos presentes na obra Modernidade e Holocausto, de Zygmunt Bauman, que nos auxiliam a compreender não só o Holocausto, como também a sociedade moderna. Como vocês sabem, estamos fazendo no nosso instagram a Semana Zygmunt Bauman em homenagem ao aniversário desse sociólogo que nós amamos tanto. Vocês sabem que a gente fala do Bauman desde o nosso episódio piloto, mas ainda não tínhamos feito um episódio mais elaborado sobre ele ou sobre sua teoria. Então esperamos que vocês gostem de mais esse conteúdo da Semana Bauman! Bom, acho que todas iremos concordar que Modernidade e Holocausto é um dos livros mais famosos de Bauman, apesar de ele ser reconhecido pela sequência de líquidos: Modernidade líquida, Amor líquido, Medo líquido, Tempos líquidos. Vamos falar aqui hoje sobre alguns dos conceitos que perpassam essa obra, pensando sobretudo nas continuidades do Holocausto presentes na sociedade moderna, ou seja, os elementos que tornaram possível esse "genocídio com propósito" que ainda estão vivos na nossa sociedade até os dias atuais. Esse é um episódio que vai conversar bastante com o nosso episódio sobre o conceito de banalidade do mal em Hannah Arendt justamente porque Bauman tem uma perspectiva similar a da filósofa: o que tornou o Holocausto possível foram homens racionais que transformaram o extermínio em uma técnica, com a produção social da distância e a divisão do trabalho, aliados a um senso fortíssimo de autopreservação. Prepara que vem muita fritação por aí!

Nov 2020

1 hr 6 min

A seus postos, Aliança Rebelde! Está o ar mais um episódio do Desnazificando! Hoje vamos falar sobre um tema cuja importância cresceu muito nesses tempos difíceis e surreais nos quais vivemos: o ensino remoto. A adoção dessa modalidade de ensino por diversas universidades e algumas escolas suscitou muitos debates e fez os alunos se desdobrarem para tentar acompanhar essa nova realidade. Longe de ser ideal, essa situação tornou-se incontornável enquanto a pandemia não nos dá trégua. A desigualdade no acesso à internet e aos equipamentos, o contato extremamente reduzido com colegas e professores e a falta de ambientes adequados para o estudo e para assistir às aulas são alguns dos problemas encarados, ainda que não sejam nem de longe os mais sérios. Pensando nisso, decidimos falar um pouco sobre a nossa experiência com o ensino remoto, trocar um pouco as angústias e as dificuldades que nos afligem nesse momento de tantas incertezas e inseguranças - tanto para a vida pessoal, quanto para a acadêmica. Então vamos lá?

Oct 2020

1 hr 9 min

A seus postos, Aliança Rebelde! Está o ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje nós vamos falar sobre um tema que vocês já nos pediram muito: o conceito de banalidade do mal. Como vocês sabem, estamos fazendo no nosso instagram a Semana da Hannah Arendt em homenagem ao aniversário dessa filósofa que nós amamos tanto. Vocês sabem que a gente fala da Arendt desde o nosso episódio piloto, mas ainda não tínhamos feito um episódio mais elaborado sobre ela ou sobre sua teoria. Então esperamos que vocês gostem de mais esse conteúdo da Semana Hannah Arendt!  O conceito de banalidade do mal é possivelmente o conceito mais famoso de Arendt, fruto de sua análise do julgamento do nazista Adolf Eichmann em Jerusalém. Mas como podemos definir esse conceito? E quais são as aplicações possíveis? Afinal, será que ainda podemos falar de um mal banal na atualidade? Pensando nisso, nós chamamos pra bater esse papo com a gente o Adriano Correia, professor de ética e filosofia política da Universidade Federal de Goiás. Ele atualmente é um dos maiores pesquisadores brasileiros da obra de Hannah Arendt, com destaque para os livros: "Hannah Arendt e a modernidade: política, economia e a disputa por uma fronteira", de 2014, "Hannah Arendt", de 2010 e "Transpondo o abismo: Hannah Arendt entre a filosofia e a política" de 2002. Ele também foi responsável pela revisão e a apresentação das duas edições brasileiras de "A condição humana", de Hannah Arendt. Já deu pra perceber que estamos muito bem acompanhadas hoje, né?

Oct 2020

1 hr 9 min

A seus postos, Aliança Rebelde!  Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje, nós vamos falar um pouco mais sobre a resistência ao regime nazista. Vamos pensar nas problemáticas da definição da resistência durante o Terceiro Reich e a complexa relação entre resistência e participação. Apresentamos pra vocês a Rosa Branca, grupo formado por estudantes de Munique que resistiu por meio de panfletos entre 1942 e 1943. Quem eram esses personagens? Como se deram suas trajetórias e qual foi o caminho percorrido até a resistência? A partir da pesquisa para a dissertação de mestrado da nossa coordenadora Maria Visconti, abordamos as duas fases da resistência da Rosa Branca, os aspectos de mudança de forma de ação que surgem em 1943 e que não ficam tão claros na mobilização panfletária, as contradições e complexidades das fontes disponíveis, personagens que caíram no esquecimento e que foram fundamentais para a construção dessa resistência, declarações polêmicas escondidas...  Enfim, aqui vocês vão conseguir saber um pouco mais do trabalho de historiador que às vezes parece de detetive! Vem com a gente?

Sep 2020

1 hr 7 min

A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje nós vamos falar sobre um tema que vocês sempre nos perguntam no instagram: métodos de estudo! Como fazer anotações e fichamentos? Como utilizar o método pomodoro para aproveitar os intervalos de tempo de estudo? Como organizar nossa vida em uma agenda, ou planner, ou bullet journal? Como conciliar estudo com trabalho e com as louças que não param de acumular? Rabiscar livro: sim ou não? Vamos tentar responder essas e outras perguntas com a ajuda de uma convidada muito querida e nossa amiga pessoal, Fernanda Vianna, graduada em História, professora do curso "Leitura e Aprendizagem" e produtora de conteúdo no Instagram e no Youtube. Fizemos uma live com a Fernanda sobre esse tema mas quisemos gravar um podcast porque assim a gente consegue elaborar melhor esse tema tão importante! A Fernanda vai conversar com a gente sobre métodos de estudo, formas de organização e dicas de leitura e de aprendizagem. Vem com a gente!

Sep 2020

1 hr 17 min

A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando, e hoje nós falamos sobre o vilão mais famoso do cinema nos últimos anos: Thanos. Esse episódio é uma elaboração de uma live que fizemos no nosso Instagram, quando ainda não dava pra salvar no IGTV. Vocês gostaram muito então trouxemos pra esse formato do podcast onde podemos falar com mais calma! Também conhecido como o Titã Louco, Thanos possui um objetivo muito claro: aniquilar de maneira aleatória metade da vida de todo o universo, em busca do equilíbrio perfeito. Ao estalar os dedos, o titã acredita estar criando um mundo de abundância e igualdade, uma vez que os seres vivos restantes poderiam desfrutar de todos os recursos que o universo pode oferecer. Seriam tais argumentos realmente fruto de uma mente perturbada? Ou será que eles poderiam ser mobilizados para algo concreto no nosso mundo? Hoje, queremos debater com vocês de que maneira os nefastos elementos mobilizados pelo Titã povoam o nosso imaginário e verificar quais são os possíveis paralelos entre o seu mundo e o nosso a partir de uma ideia presente na nossa história: o mito nazista.

Sep 2020

1 hr 9 min

A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando, uma adaptação de uma live que fizemos aqui no nosso instagram e transformamos em um episódio.  Nesse episódio falamos de um queridinho do público: o filme Bastardos Inglórios, do diretor Quentin Tarantino. Bastardos Inglórios já é conhecido por muita gente, por isso é um bom ponto de partida para discutir certas construções do imaginário popular sobre o período. Analisamos as representações dos nazistas que o filme constrói e fizemos uma reflexão sobre as mensagens subjacentes à narrativa, sobretudo pensando no aspecto da caça aos nazistas e da importância das aparências. Vem com a gente?

Aug 2020

52 min 16 sec

A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando e teremos a nossa primeira convidada! Chamamos a Débora Salvi pra bater um papo com a gente. Ela é graduada e mestranda em história na UFRGS, produtora de conteúdo digital, conhecida nas redes sociais como Deborista e produtora e idealizadora do podcast A trivialista. E nesse primeiro episódio com convidada nós falamos sobre um tema que tem ganhado muita notoriedade nos últimos tempos: o papel da história e do historiador na produção de conteúdo e na atuação na internet e nas redes sociais. Vamos pensar um pouco aqui sobre a importância do diálogo entre a academia e o público não especializado mas também sobre os perigos de indivíduos que não tem nenhum compromisso com a história e com a metodologia historiográfica estarem produzindo conteúdos para o chamado "grande público".  Como alcançar mais pessoas mantendo a seriedade do conteúdo produzido? Como "competir" com pessoas que parecem descompromissadas mas que na verdade estão sim produzindo uma agenda política? Os historiadores têm um papel nessa formação? Como trabalhar com pesquisa no Brasil?

Aug 2020

59 min 25 sec

A seus postos, Aliança Rebelde!  Está no ar mais um episódio do Desnazificando, uma adaptação de uma live que fizemos aqui no nosso instagram e transformamos em um episódio.  Nesse episódio conversamos com a Tamires Celi, pós-graduanda na UNINTER e membra do GEAP (Grupo de Estudos de África Pré-Colonial), grupo que é nosso parceiro aqui nas redes sociais. Tamires conversou com a gente sobre o funcionamento do grupo e sobre seu tema de estudo: a história da África. Ela falou sobre o campo de pesquisa na área acadêmica e também como a história da África é enxergada para além da academia, na educação básica e na sociedade como um todo.  Estamos muito felizes com essa parceria com o GEAP e esperamos que essa seja mais uma das muitas atividades vamos fazer juntos!

Aug 2020

53 min 57 sec

A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando, e hoje, nós falamos sobre uma das séries mais aclamadas dos últimos anos: Black Mirror. Os episódios que abordamos aqui são “Engenharia Reversa”, quinto episódio da terceira temporada, e “Urso Branco", segundo episódio da segunda temporada. Ambos exploram uma temática comum na produção: a violência dentro de uma sociedade altamente tecnológica.  Esse episódio é uma elaboração de uma live que fizemos no nosso Instagram, quando ainda não dava pra salvar no IGTV. Vocês gostaram muito então trouxemos pra esse formato do podcast onde podemos falar com mais calma!  Bom, tanto “Engenharia reversa“ quanto “Urso branco“ nos são tão incômodos porque nos mostram justamente o que nós mesmos seríamos capazes de fazer enquanto indivíduos e enquanto sociedade. Qual é nosso limite de aceitação da violência? Por que nos consideramos portadores e detentores da justiça a ponto de o desejo de vingança ultrapassar a empatia pelo Outro, que é o que efetivamente nos torna humanos? A dúvida e a inquietação restantes, são: será que a humanidade vai conseguir fazer uma transformação, ou será que Black Mirror é uma representação bem provável do futuro iminente do regime de historicidade moderno?

Aug 2020

1 hr 6 min

A seus postos, Aliança Rebelde!  Está no ar mais um episódio do Desnazificando, uma adaptação de uma live que fizemos no nosso instagram e transformamos em um episódio. \  Esse foi um tema pedido e sugerido por vocês: as representações dos nazistas em Capitão América.  Falamos um pouco sobre a estética mobilizada pelos integrantes da Hydra, sobre alguns aspectos da ideologia (e possível mitologia) nazista mencionados no filme "Capitão América: o primeiro Vingador", sobre a função da propaganda no esforço no front e trazer alguns questionamentos sobre a representação do papel dos Estados Unidos na Segunda Guerra. Vem com a gente?

Jul 2020

57 min 49 sec

A seus postos, Aliança Rebelde! No episódio de hoje do Desnazificando damos início a série do Dicionário de Conceitos, que é uma tentativa de fazer um debate teórico e historiográfico de algum conceito específico, trazendo também suas possíveis aplicações. Já vamos deixar claro aqui que esse dicionário não tem a pretensão de exaurir a discussão sobre um determinado conceito e é claro que vai ficar muita coisa de fora. A ideia é a de trazer um debate com alguns autores e algumas teorias e convidamos vocês ouvintes a complementar a nossa discussão com mais bibliografia e outros autores e perspectivas, combinado? No episódio de estreia do Dicionário de Conceitos nós vamos falar sobre um tema de difícil delimitação, mas que têm sido assunto de muitos debates e acusações: o Fascismo. Assunto que estampa as ruas, os jornais e a política atual, essa palavra têm se tornado ofensa comum e têm sido alvo de muitos debates. Mas o que exatamente ela quer dizer? O que é o fascismo? Existe apenas um fascismo? O que significa chamar outra pessoa de fascista?  Tentaremos compreender melhor o que significa ser fascista e o que é um regime fascista, passando por debates conceituais e teóricos. Mencionaremos acontecimentos históricos, que dão muito pano pra manga, e certamente ganharão episódios mais adiante para conversarmos com mais profundidade. Nosso objetivo é pensar com vocês os múltiplos elementos que remontam ao fascismo e no que ele consiste. Afinal, nenhuma ideia é mobilizada à toa, e como questiona Umberto Eco, existe, então, outro fantasma que ronda a Europa (sem falar das outras partes do mundo)?

Jul 2020

1 hr 16 min

A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar o terceiro episódio do Desnazificando, uma adaptação de uma live que fizemos no nosso instagram e transformamos em um episódio.  Em um mundo pós-apocalíptico destruído por uma guerra nuclear e habitado por monstruosos mutantes, a nação de Heldon é o último refúgio da humanidade. No entanto, o país está ameaçado, interna e externamente, por perigosos inimigos: os Dominadores, criaturas capazes de controlar mentes, determinadas a destruir Heldon. Para salvar o mundo da ruína, o protagonista Feric Jaggar parte em uma jornada heróica para recuperar a arma lendária de Heldon e liderar a humanidade em uma última batalha de vida ou morte contra os Dominadores. O livro que acabamos de descrever não parece surpreendente, certo? Exceto por um detalhe: o autor de “O Senhor da Suástica” é Adolf Hitler. Em um universo paralelo, Hitler nunca se tornou o Führer do Terceiro Reich. Ao invés disso, ele emigrou para os Estados Unidos após a Primeira Guerra Mundial e se tornou um autor de ficção científica.  Essa é a proposta de “O Sonho de Ferro”, de Norman Spinrad. O livro é uma paródia que critica diversos elementos do gênero, como a masculinidade tóxica dos heróis, a fetichização do militarismo e a mentalidade do “nós contra eles”. Embora o livro tenha sido publicado na década de 1970, a crítica de Spinrad não perdeu sua relevância. Será que nossa cultura está a salvo de elementos fascistas, ou será que eles circulam entre nós sem ao mesmo percebermos?

Jul 2020

49 min 57 sec

A seus postos, Aliança Rebelde! No primeiro episódio oficial do Desnazificando nós vamos falar sobre o tema que dá nome a esse podcast: a Desnazificação. O que é desnazificar? O que foi a desnazificação? Ela foi eficiente, ela cumpiu seu propósito? Como ela foi realizada? Qual eram os objetivos dos Aliados no pós Segunda Guerra Mundial ao tentar desnazificar uma Europa destruída?  Além de falar do aspecto histórico desse processo, nesse episódio também vamos trazer fritações como: os julgamentos dos nazistas, o desmoronamento da democracia, o combate efetivo ao nazismo na atualidade, as problemáticas da "vitória" do liberalismo pós queda do muro de Berlim, o ressurgimento de grupos nazistas e supremacistas, o que ficou dessa ideologia, enfim… um monte de questionamento e poucas soluções, mas é isso! Queremos que nossa discussão de hoje dê o tom do que será o nosso podcast e que já estabeleça alguns aspectos teóricos que vão nos guiar por aqui. Vem com a gente!

Jul 2020

1 hr 10 min

A seus postos, Aliança Rebelde! Acabou a espera! É com muita empolgação que o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Autoritarismo e Totalitarismo da UFMG (NEPAT) anuncia mais uma iniciativa para dialogar com o público, divulgar conhecimento e, claro, compartilhar muitas fritações.  Hoje, lançamos o primeiro episódio do Desnazificando, um podcast quinzenal para falar sobre nazismo, autoritarismo, totalitarismo, vida acadêmica, educação, história pública e muito mais! Nosso objetivo é debater conceitos, ideias e acontecimentos de maneira descontraída, mas com profundidade e qualidade.  Nesse primeiro episódio, faremos uma apresentação do Núcleo e das coordenadoras, contando um pouco da trajetória do grupo e dos nossos projetos, tanto nas redes sociais quanto fora delas. Falamos também sobre os motivos da criação do Desnazificando e já demos uma palhinha do que serão as discussões que virão por aí e quais são as teorias que iremos mobilizar. Partimos do princípio de que a ideologia nazista precisa ser levada a sério para ser efetivamente combatida e esse será o tom do nosso podcast. Dividir o mundo entre mocinhos e bandidos não nos ajuda em nada, então vamos tentar aprofundar um pouco nessas discussões. Vem com a gente?

Jun 2020

1 hr 6 min