Mostra Curta Circuito 2021

Mostra Curta Circuito

Para o #CurtaCircuito21anos te esperamos em nosso palco com muita música e cinema brasileiro.

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Webinar com o crítico João Carlos Rodrigues e o compositor e músico Felipe Radicetti. João Carlos Rodrigues é Jornalista e pesquisador. Autor de O negro no cinema brasileiro (quarta edição), Cine Danúbio - páginas de reflexão sobre o cinema brasileiro e João do Rio: vida, paixão e obra. Felipe Radicetti é organista e compositor, iniciou sua produção audiovisual para TV na Globograph, em 1987, e atuou como maestro e criador de música para publicidade no Estúdio Nova Onda, de 1993 a 2015. Para o cinema, Felipe Radicetti compôs a música original para os documentários Vidas Descartáveis (Alexandre Valenti, 2018), Histórias da Fome no Brasil (Camilo Tavares, 2017), Meu Nome é Jacque (Angela Zoé, 2016), Castro Alves (Silvio Tendler, 1998), Anjos do Sol (Rudi Lageman, 2005), Walachai (Rejane Zilles, 2008) e Eu me Lembro (Luiz Fernando Lobo, 2013), dentre outros.* Convidado Musimagem

Oct 17

1 hr 3 min

Webinar com o crítico Eduardo Haak e a curadora da Mostra Andrea Ormond. Eduardo Haak nasceu em São Paulo, em 1971. Já publicou alguns livros, quase todos de literatura ficcional: "Tem uma coisa sobre mim que acho justo você saber" (2011), "Adulteração" (2017), "Apartamentos" (2018), "Rubem Fonseca" (ensaios críticos, 2019), "Memorando" (ensaio autobiográfico, 2020), "Extensões" (2021). Andrea Ormond é crítica de cinema e pesquisadora. Escreve na Revista Cinética. Autora do blog Estranho Encontro e da trilogia de livros Ensaios de Cinema Brasileiro – Dos Filmes Silenciosos ao Século XXI. Curadora da Curta Circuito - Mostra de Cinema

Oct 16

55 min 34 sec

Webinar com a crítica Gabriela Wondracek e o compositor Rafael Vicole. Gabriela Wondracek Linck é brasileira e tradutora de alemão e inglês nas áreas de Literatura, Psicologia e Artes, além de crítica e curadora de cinema, radicada em Heidelberg. É responsável pelo departamento alemão da CAMIRA (Cinema and Moving Image Research Assembly), formada em Letras pela UFRGS, com mestrado em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA /USP. Rafael Vicole é compositor e maestro paulistano, Rafael Vicole tem obras interpretadas no Brasil e na Europa. Suas composições e seus arranjos já foram interpretados por grupos como Orquestra Ouro Preto, Camerata Filarmônica Brasileira, Coro Osvaldo Lacerda, Orquestra Acadêmica de Suzano, Big Band da Santa Marcelina, Thurzo Sandor (Romênia), Camerata Vitta, Sinfonietta Paulista, Marcelo Vanucci (Tenor), Silviane Belatto (Soprano), Larissa Lima (Soprano), dentre outros. Foi finalista do II Concurso de Composição Ricardo Rizek e do Concurso jovens regentes Eleazar de Carvalho. Como regente, já esteve à frente de importantes grupos, como Filarmônica de Goiás, sob orientação do maestro Neil Thonsom, OSUSP, sob orientação de Nicolás Pasquet, e Bohuslav Martinu Philharmonic, da República Tcheca. *Convidado Musimagem Bonus Track: Djavan Djavan é cantor, compositor, arranjador, produtor musical, empresário e violonista brasileiro. O Djavan é um dos mais importantes e criativos artistas da Música Popular Brasileira. Em 1983, Djavan arrisca-se na carreira de ator no filme “Para viver um grande amor”, uma adaptação da peça “Pobre menina rica”, de Vinicius de Moraes e Carlos Lyra.

Oct 15

45 min 16 sec

Webinar com a crítica Eliska Altman e o diretor do filme Jom Tob Azulay. Eliska Altmann é pesquisadora e professora do Departamento de Sociologia do IFCS/UFRJ. Autora do livro “O Brasil imaginado na América Latina: a crítica de filmes de Glauber Rocha e Walter Salles” - Contra Capa/Faperj, 2010. Idealizadora do projeto CineCríticos: www.cinecriticos.com.br. Atualmente, organiza a coleção “Cinema em livro: Eduardo Coutinho”, editada pela 7Letras. Escreve artigos sobre temas como movimentos culturais, cinema, crítica cinematográfica e América Latina. Jom Tob Azulay Diplomata e cineasta, com atividades como produtor e diretor de curtas, longas, documentários e vídeos. Carioca nascido em 1941, formou-se em direito pela UFRJ, e foi diplomata entre 1967 a 1974. Estudou cinema em Los Angeles, de 1971 a 1974, e a partir de 1975, com a criação da AeB Produções, passou a dedicar-se profissionalmente ao cinema. Seu primeiro longa-metragem foi o documentário musical Os Doces Bárbaros (1978), que produziu e dirigiu. Foi diretor de fotografia e técnico de som de vários filmes, entre eles, Muito prazer (1979), de David Neves, prêmio de melhor fotografia no XII Festival de Brasília.

Oct 14

1 hr 11 min

Webinar com o crítico Ricardo Schott e o diretor de fotografia Jom Tob Azulay. Ricardo Schott nasceu e vive em Niterói. É jornalista, escritor, radialista, editor do site Pop Fantasma (www.popfantasma.com.br), e apresentador do podcast Pop Fantasma Documento. Passou por redações como as do Jornal do Brasil e de O Dia e foi colaborador de publicações como Bizz, Vida Simples, Rock Press, Super Interessante e várias outras. Jom Tob Azulay Diplomata e cineasta, com atividades como produtor e diretor de curtas, longas, documentários e vídeos. Carioca nascido em 1941, formou-se em direito pela UFRJ, e foi diplomata entre 1967 a 1974. Estudou cinema em Los Angeles, de 1971 a 1974, e a partir de 1975, com a criação da AeB Produções, passou a dedicar-se profissionalmente ao cinema. Seu primeiro longa-metragem foi o documentário musical Os Doces Bárbaros (1978), que produziu e dirigiu. Foi diretor de fotografia e técnico de som de vários filmes, entre eles, Muito prazer (1979), de David Neves, prêmio de melhor fotografia no XII Festival de Brasília. Bonus Track: Luiz Carlini (Banda Tutti Frutti) Luís Sérgio Carlini é um guitarrista brasileiro de rock.Criado no bairro da Pompéia, foi um dos fundadores - junto com Lee Marcucci e Emilson Colantonio -, compositor e líder da banda Tutti Frutti, que durante os anos 70 gravou e tocou com Rita Lee, compondo e participando das gravações de alguns dos maiores sucessos da cantora, como Esse Tal de Roque Enrow, Agora Só Falta Você, Corista de Rock e Ovelha Negra, que tem em seu final o mais popular solo da carreira do guitarrista. Considerado um dos maiores guitarristas brasileiros da história do rock, desde o fim oficial da banda no começo dos anos 80.

Oct 13

1 hr 26 min

Webinar com o crítico Fernando Oriente e o compositor Alberto Rosenblit Fernando Oriente é crítico, professor e pesquisador de cinema.É editor e crítico do site de cinema Tudo Vai Bem e colaborador diversas revistas.Escreve regularmente para catálogos de mostras e festivais bem como para livros de cinema.Ministra cursos de cinema em diversas localidades e participa de debates e palestras em mostras e festivais.Mestrando em Cinema pela Universidade Anhembi Morumbi. Alberto Rosenblit Compositor, arranjador, orquestrador e produtor musical, estudou com mestres como Wilma Graça (piano), Odette Ernest Dias (flauta), Esther Scliar (teoria e análise) e Ian Guest (harmonia funcional e arranjo). Tem o título de Specialist in Orchestration for Film and TV da Berklee College of Music. Sua carreira autoral se divide entre a música original, que compõe e produz desde 1985, para novelas, minisséries, seriados e programas (tema de abertura do “Programa do Jô”, Agosto, A justiceira, Por amor, Torre de Babel, Laços de família, Mulheres apaixonadas, Mad Maria, JK e A favorita, dentre outros), e seus CDs de produção independente (Alberto Rosenblit & Mario Adnet, Trilhas Brasileiras, De bem com a vida e Mata Atlântica). *Convidado Musimagem

Oct 12

1 hr 8 min

Webinar com o crítico Lufe Steffen e o compositor Zéh Netto Lufe Steffen  é cineasta, roteirista, jornalista e pesquisador. Dirigiu os documentários "São Paulo em Hi-Fi" ( 2016 ) e "A Volta da Pauliceia Desvairada" ( 2012 ). Realizou a série de TV "Cinema Diversidade" ( 2017 ), inspirada em seu livro "O Cinema que Ousa Dizer Seu Nome" ( 2016 ). Ministra cursos sobre cinema LGBT e cinema brasileiro jovem dos anos 1980, entre outros temas. Atualmente finaliza seu 1º longa de ficção, o musical queer ambientado nos anos 80 "Nós Somos o Amanhã". Zéh Netto é Violonista, compositor e produtor musical, atua no mercado audiovisual e fonográfico desde a década de 1990. Graduado em música na UNIRIO, realizou curso de composição para cinema e TV da Berklee. É autor de dois discos autorais. Ex-presidente da Musimagem Brasil, é dono da produtora Planeta Zen, de som e conteúdo. *Convidado Musimagem. Bonus Track: Roberto Frejat Roberto Frejat é um cantor, compositor, produtor e guitarrista brasileiro, notório por ser o principal parceiro de Cazuza em composições da banda Barão Vermelho e também na carreira solo do amigo, além de compor para outros artistas do cenário musical brasileiro.

Oct 11

1 hr 23 min

O Grande Hotel Tupiniquim em parceria com a Una, convida para um tête à Tête no lobby o diretor Luiz Carlos Lacerda! Nosso sétimo e último podcast vamos conversar sobre o filme: O Princípio do Prazer (1979), de Luiz Carlos Lacerda com mediação da curadora do Curta Circuito, Andrea Ormond. Sinopse do filme: Nos anos 1930, Álvaro consegue emprego na fazenda de uma família que vive relações incestuosas. Ao perceber que a casa esconde um perigoso segredo, o empregado se vê preso a uma rede de sexo, mistério e traição. Sobre a curadora Andrea Ormond: é crítica de cinema e pesquisadora. Escreve na Folha de São Paulo e na Revista Cinética. Autora do blog Estranho Encontro e da trilogia de livros Ensaios de Cinema Brasileiro – Dos Filmes Silenciosos ao Século XXI. Curadora do Curta Circuito - Mostra de Cinema desde 2017. Sobre o diretor Luiz Carlos Lacerda (Bigode): Cineasta, roteirista e produtor carioca de 1945, tem como realização mais marcante o filme Leila Diniz (1987), retrato de um dos maiores ícones femininos do país, de quem foi grande amigo. Aos 19 anos, começou a trabalhar como assistente de direção de Onde a Terra começa, (1965) de Ruy Santos. Mas sua "escola" no cinema foi o set dos filmes de Nelson Pereira dos Santos, de quem foi assistente de direção em diversos filmes, entre eles, Azyllo muito louco (1969) e Como era gostoso o meu francês (1970). Na área da produção, participou de Chuvas de verão (1978), de Carlos Diegues, Eu te amo (1981), de Arnaldo Jabor, e O homem da capa preta (1986), de Sérgio Rezende, entre outros. Estreou na direção com uma adaptação do romance homônimo de Lúcio Cardoso, Mãos vazias (1971). Também fez filmes publicitários, produziu seriados e novelas para a Rede Globo. Entre 1992 e 1993, foi professor da Escuela Internacional de Cine e TV de San Antonio de Los Baños (Cuba). Esse podcast foi produzido em Parceria com o curso de Cinema e Audiovisual da UNA e da UNA FÁBRICA. Trilha sonora composta por Rafael José Azevedo com colaboração de Renato Villaça (da Tinindo Comunicação Sonora).

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Oct 2020

55 min 25 sec

O Grande Hotel Tupiniquim em parceria com a Una, convida para um tête à Tête no lobby o crítico Fernando Oriente! Nosso sexto podcast vamos conversar sobre Filme Demência (1986) do falecido diretor Carlos Reichenbach com o crítico paulista Fernando Oriente  e mediação da curadora do Curta Circuito, Andrea Ormond. Sinopse do filme: Após assistir impotentemente à falência de sua pequena indústria de cigarros, Fausto mergulha no interior de si mesmo. Rompe com Doris, a esposa infiel, rouba o revólver do zelador do prédio em que mora e sai pela noite de São Paulo, em busca de Mira-Celi, seu paraíso imaginário. Sobre o crítico Fernando Oriente: é crítico, professor e pesquisador de cinema. É editor e crítico do site de cinema Tudo Vai Bem e colaborador diversas revistas. Escreve regularmente para catálogos de mostras e festivais bem como para livros de cinema. Ministra cursos de cinema em diversas localidades e participa de debates e palestras em mostras e festivais. Sobre a curadora Andrea Ormond: é crítica de cinema e pesquisadora. Escreve na Folha de São Paulo e na Revista Cinética. Autora do blog Estranho Encontro e da trilogia de livros Ensaios de Cinema Brasileiro – Dos Filmes Silenciosos ao Século XXI. Curadora do Curta Circuito - Mostra de Cinema desde 2017. Sobre o diretor Carlos Reichenbach: Diretor e fotógrafo, filho e neto de editores de livros, pensou que seguiria o caminho trilhado pela família, mas logo o cinema e a música mobilizaram sua atenção. Nascido em Porto Alegre, em 1945, mudou-se ainda cedo para São Paulo, onde foi criado e realizou seu primeiro curta-metragem, Esta rua tão Augusta (1969). Nos anos seguintes, tal como outros cineastas paulistas de sua geração, dirigiu produções de baixo orçamento caracterizadas por elementos populares em pólo produtor que ficou conhecido como Boca do Lixo: um episódio de As libertinas (1968), outro de Audácia, fúria dos desejos (1969) e ainda Corrida em busca do amor (1971). A partir deste período fotografou mais de 20 filmes. Voltou a dirigir nos anos 80 e, desde então, se dedicava a projetos pessoais. Esse podcast foi produzido em Parceria com o curso de Cinema e Audiovisual da UNA e da UNA FÁBRICA. Trilha sonora composta por Rafael José Azevedo com colaboração de Renato Villaça (da Tinindo Comunicação Sonora).

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Oct 2020

1 hr 3 min

O Grande Hotel Tupiniquim em parceria com a Una, convida para um tête à Tête no lobby o diretor Walter Lima Jr! Nosso quinto podcast vamos conversar sobre o filme: Ele, o Boto (1987), de Walter Lima Júnior com mediação da curadora do Curta Circuito, Andrea Ormond.  Sinopse do filme: Segundo uma lenda amazônica, em noite de lua cheia o Boto vem a terra e se transforma em humano para seduzir e ser amado pelas mulheres e odiado pelos homens. Uma de suas conquistas é a filha de um pescador, que tem um filho com o Boto. Constantemente ele reaparece para seduzi-la e, mesmo quando ela se casa, ele a continua procurando. Isto provoca a ira do marido, que deseja matá-lo de qualquer jeito. Sobre a curadora Andrea Ormond: é crítica de cinema e pesquisadora. Escreve na Folha de São Paulo e na Revista Cinética. Autora do blog Estranho Encontro e da trilogia de livros Ensaios de Cinema Brasileiro – Dos Filmes Silenciosos ao Século XXI. Curadora do Curta Circuito - Mostra de Cinema desde 2017. Sobre o diretor Walter Lima Jr: Diretor e roteirista, começou escrevendo críticas para jornais diários. Em 1963, conheceu Glauber Rocha, que o convidou para fazer assistência de direção em Deus e o diabo na terra do sol. Seu primeiro longa-metragem foi Menino de engenho (1965), uma adaptação do romance de José Lins do Rego. Fez em seguida Brasil ano 2000 (1968), Urso de Prata do Festival de Berlim e Concha de Ouro no Festival de Cartagena. Em 1977, concluiu o longa-metragem A lira do delírio, prêmio de melhor filme no Festival de Brasília. Em 1983, fez Inocência, prêmio de direção em Brasília e prêmio Coral no Festival de Havana. Nos anos 1990 dirigiu, sob encomenda de um produtor americano, O monge e a filha do carrasco (1995) e pouco depois fez A ostra e o vento (1997), baseado no livro de Moacir C. Lopes, selecionado para a competição do Festival de Veneza. Para a televisão, fez documentários e minisséries, como Capitães da areia e Dossiê Chatô. Esse podcast foi produzido em Parceria com o curso de Cinema e Audiovisual da UNA e da UNA FÁBRICA. Trilha sonora composta por Rafael José Azevedo com colaboração de Renato Villaça (da Tinindo Comunicação Sonora).

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Oct 2020

1 hr 17 min

O Grande Hotel Tupiniquim em parceria com a Una, convida para um tête à Tête no lobby com a atriz Dita Côrte Real!! Nosso quarto podcast é sobre o filme As Quatro Chaves Mágicas, do diretor Alberto Salvá. O bate papo tem a mediação da curadora do Curta Circuito, Andrea Ormond. Sinopse do Filme: Maria vai viver com uma tia que é casada e tem um sobrinho, João. João e Maria ficam amigos e resolvem consertar um velho Jipe e passar o verão viajando. O filme é a história de João, Maria e a Bruxa completamente repensada. Sobre a curadora Andrea Ormond: é crítica de cinema e pesquisadora. Escreve na Folha de São Paulo e na Revista Cinética. Autora do blog Estranho Encontro e da trilogia de livros Ensaios de Cinema Brasileiro – Dos Filmes Silenciosos ao Século XXI. Curadora do Curta Circuito - Mostra de Cinema desde 2017. Sobre a atriz Dita Côrte-Real: Atriz e modelo fotográfico de 1969 até 1981. Ex-esposa do falecido diretor de cinema Alberto Salvá. Sobre o diretor Alberto Salvá: nascido na Espanha, migrando para o Brasil com a família em 1952. Iniciou-se na área de cinema na década de 1960, como crítico e realizando curtas-metragens. Roteirista, produtor e diretor de filmes, trabalhou também para a Globo em casos especiais, minisséries e o Globo Repórter. Esse podcast foi produzido em Parceria com o curso de Cinema e Audiovisual da UNA e da UNA FÁBRICA. Trilha sonora composta por Rafael José Azevedo com colaboração de Renato Villaça (da Tinindo Comunicação Sonora).

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Sep 2020

51 min 27 sec

O Grande Hotel Tupiniquim em parceria com a Una, convida para um tête à Tête no lobby o diretor Marcos Pimentel! Nosso terceiro podcast é sobre o filme Fé e Fúria (2019), do diretor Marcos Pimentel. O bate papo tem a mediação  da curadora do Curta Circuito, Andrea Ormond. Sinopse do Filme: Documentário que aborda os conflitos religiosos existentes em favelas e subúrbios do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. O crescimento desenfreado das igrejas evangélicas e suas relações com os traficantes que comandam as comunidades tem provocado um desequilíbrio de forças religiosas nos morros e favelas, resultando em inúmeros casos de intolerância religiosa que interferem não somente na prática de cultos, mas também na estruturação do território e no comportamento de seus habitantes. FÉ E FÚRIA aborda a conduta dos “traficantes evangélicos”, revelando como religião e poder caminham juntos nas periferias das grandes cidades brasileiras e alimentam a crescente onda conservadora que paira sobre o país. Sobre a curadora Andrea Ormond: é crítica de cinema e pesquisadora. Escreve na Folha de São Paulo e na Revista Cinética. Autora do blog Estranho Encontro e da trilogia de livros Ensaios de Cinema Brasileiro – Dos Filmes Silenciosos ao Século XXI. Curadora do Curta Circuito - Mostra de Cinema desde 2017. Sobre o diretor: Documentarista formado pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños (EICTV – Cuba) e especializado em Cinema Documentário pela Filmakademie Baden-Württemberg, na Alemanha.Diretor, roteirista e produtor independente, realizou documentários em cinema (35mm e 16mm), vídeo e televisão, que ganharam 87 prêmios por festivais nacionais e internacionais e foram exibidos em mais de 500 festivais em todos os cantos do mundo. Desde 2009, é professor do departamento de documentários do curso regular da Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños (EICTV – Cuba). Esse podcast foi produzido em Parceria com o curso de Cinema e Audiovisual da UNA e da UNA FÁBRICA. Trilha sonora composta por Rafael José Azevedo com colaboração de Renato Villaça (da Tinindo Comunicação Sonora).

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Sep 2020

58 min 30 sec

O Grande Hotel Tupiniquim em parceria com a Una, convida para um tête à Tête no lobby o diretor Marco Altberg!   Nosso segundo podcast é sobre o filme Prova de Fogo (1980), do diretor Marco Altberg. O bate papo tem a mediação  da curadora do Curta Circuito, Andrea Ormond.   Sinopse do Filme: Assim que Mauro, estudante de Administração, descobre uma forte vocação para a mediunidade em seu ser, larga tudo para se aprofundar e dedicar à umbanda, uma religião que abraça tão fortemente que o faz desistir de sua vida na Administração. Determinado a abrir seu próprio centro espírita, Mauro se muda para o interior.    Sobre a curadora Andrea Ormond: é crítica de cinema e pesquisadora. Escreve na Folha de São Paulo e na Revista Cinética. Autora do blog Estranho Encontro e da trilogia de livros Ensaios de Cinema Brasileiro – Dos Filmes Silenciosos ao Século XXI. Curadora do Curta Circuito - Mostra de Cinema desde 2017.   Sobre o diretor:  Cineasta começou a trabalhar em cinema aos 16 anos como assistente de diretores do Cinema Novo e realizando filmes experimentais em 16mm. Foi montador, roteirista, continuísta, diretor de produção e produtor executivo em vários filmes, antes de realizar seus primeiros longas-metragens, Prova de Fogo (1980) e Aventuras de um paraíba (1982). Dedica-se à produção de projetos independentes para a TV, realizando programas, séries documentais e ficcionais para canais de TV a cabo e para a TV pública, entre eles a série de programas semanais Revista do Cinema Brasileiro e a série Joana & Marcelo, exibida no canal Multishow. Foi um dos fundadores do Canal Brasil. Esse podcast foi produzido em Parceria com o curso de Cinema e Audiovisual da UNA e da UNA FÁBRICA. Trilha sonora composta por Rafael José Azevedo com colaboração de Renato Villaça (da Tinindo Comunicação Sonora).

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Sep 2020

50 min 52 sec

O Grande Hotel Tupiniquim em parceria com a Una, começa o tête à Tête no lobby convidando o diretor Antonio Carlos da Fontoura! Nosso primeiro podcast é sobre o filme Espelho de Carne (1984), do diretor, Antônio Carlos da Fontoura. O bate papo conta com a mediação da curadora da Mostra Curta Circuito,  Andrea Ormond.   Sinopse do filme: Para decorar seu novo apartamento o executivo Álvaro Cardoso compra em um leilão o espelho de cristal que decorava o quarto principal de um antigo bordel, o Palácio dos Prazeres de Madame Solange. Assim que é instalado no luxuoso apartamento, o espelho passa a emanar um estranho poder, que envolve o executivo, sua esposa, um casal de amigos, a vizinha desquitada e até mesmo a empregada, num frenesi erótico que rompe com todas as barreiras morais e psicológicas desses personagens. O espelho exerce seus estranhos poderes, até que o prazer se torna horror: o espelho revela-se possuidor de algo demoníaco.   Sobre a curadora Andrea Ormond: é crítica de cinema e pesquisadora. Escreve na Folha de São Paulo e na Revista Cinética. Autora do blog Estranho Encontro e da trilogia de livros Ensaios de Cinema Brasileiro – Dos Filmes Silenciosos ao Século XXI. Curadora do Curta Circuito - Mostra de Cinema desde 2017.   Sobre o diretor:  Antonio Carlos da Fontoura é diretor, produtor e roteirista de cinema e televisão brasileiro. Dirigiu, produziu e roteirizou diversos documentários de curta-metragem e filmes de longa-metragem, entre eles destacam-se Copacabana Me Engana, A Rainha Diaba, Uma Aventura do Zico e Gatão de Meia Idade. Esse podcast foi produzido em Parceria com o curso de cinema e audiovisual da UNA e da UNA FÁBRICA. Trilha sonora composta por Rafael José Azevedo com colaboração de Renato Villaça (da Tinindo Comunicação Sonora).

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Sep 2020

50 min 5 sec