Larvas Incendiadas

Thiago Coacci

Um podcast de divulgação científica de estudos de gênero e sexualidade. A cada quinze dias entrevistamos um pesquisador ou pesquisadora sobre seus trabalhos. #LGBTPodcast

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Nessa semana, conversamos com a cientista política Marlise Matos, da UFMG, sobre a pesquisa que desenvolveu em parceria com as professoras Sonia Alvarez (UMASS) e Solange Simões (EMICH) sobre as Conferências Nacionais de Políticas para Mulheres (CNMP). Por meio da aplicação de um survey nas 3ª e 4ª CNMP, as pesquisadoras investigaram quem são as mulheres das políticas para mulheres no Brasil, quais suas características, quais suas concepções de feminismo, quais suas trajetórias ativistas e muito mais. É um trabalho fundamental para quem estuda as relações entre o feminismo e as políticas públicas ou o feminismo e o Estado. Os resultados da pesquisa estão publicados em dois livros Quem são as mulheres das políticas para as mulheres no Brasil: o feminismo estatal participativo brasileiro e Quem são as mulheres das políticas para as mulheres no Brasil: expressões feministas nas Conferências Nacionais de Políticas para as Mulheres. Os dois volumes podem ser baixados gratuitamente no site do NEPEM.Ao final de sua fala, a professora Marlise Matos recomendou como dica o Curso Mulheres Rumo ao Poder, uma formação remota, aberta e gratuita, voltada para mulheres candidatas a cargos dos poderes Legislativo e Executivo nas próximas eleições. As aulas já estão disponíveis aqui.Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Sep 9

73 min

O episódio dessa semana traz a terceira e última parte da nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneiras do pensamento feminista negro em nosso país. Nesse episódio, Flávia e Alex nos contaram sobre as dinâmicas de apagamento e do recente resgate do trabalho de Lélia Gonzalez, sobre como o trabalho da feminista negra influencia seus próprios trabalhos e por último responderam algumas perguntas da plateia que assistiu a gravação. Com isso, encerramos essa série, na esperança de ter ajudado a levar o nome e a riqueza do trabalho de Lélia Gonzalez para uma nova geração de pessoas na academia e nos movimentos sociais. O formato dessa série é um pouco diferente dos nossos episódios convencionais e foi uma conversa entre quatro pessoas. Gleicy Silva e eu entrevistamos o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. Além de especialistas na obra de Lélia, Alex e Flávia foram responsáveis pela escrita de sua biografia, que esse ano completa dez anos de publicação. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna essa série de episódios.Essa série é fruto da nossa parceria com o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença, da USP. Agradeço imensamente à Regina Facchini e à Carol Parreiras pela organização e produção desse debate.Recentemente, a obra de Lélia Gonzalez foi reunida em uma coletânea publicada pela União dos Coletivos Pan Africanistas. O livro pode ser adquirido diretamente em contato com o coletivo: ucparbg@gmail.comRedes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Aug 26

62 min

h2 { margin-top: 0.35cm; margin-bottom: 0.21cm; background: transparent; page-break-after: avoid } h2.western { font-family: "Liberation Serif", serif; font-size: 18pt; font-weight: bold } h2.cjk { font-family: "Noto Serif CJK SC"; font-size: 18pt; font-weight: bold } h2.ctl { font-family: "Lohit Devanagari"; font-size: 18pt; font-weight: bold } p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 115%; background: transparent } a:visited { color: #800000; so-language: zxx; text-decoration: underline } strong { font-weight: bold } a:link { color: #000080; so-language: zxx; text-decoration: underliO episódio dessa semana traz a segunda parte da nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneira do pensamento feminista negro em nosso país. Conheceremos um pouco mais da Lélia pesquisadora, principalmente a obra que desenvolveu a partir dos anos 1980. Como veremos, a contribuição dessa intelectual é vasta: questiona o mito da democracia racial, analisa as complexas dinâmicas de entrelaçamento entre raça e gênero, além de propor novos conceitos que permitem simultaneamente analisar a dominação colonial da nossa região por um olhar que não seja o do colonizador e criar uma solidariedade transnacional. O próximo e último episódio da série focará na recepção contemporânea de Lélia por ativistas e pela academia.O próximo e último episódio da série focará na recepção contemporânea de Lélia por ativistas e peO episódio dessa semana traz a segunda parte da nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneira do pensamento feminista negro em nosso país. Conheceremos um pouco mais da Lélia pesquisadora, principalmente a obra que desenvolveu a partir dos anos 1980. Como veremos, a contribuição dessa intelectual é vasta: questiona o mito da democracia racial, analisa as complexas dinâmicas de entrelaçamento entre raça e gênero, além de propor novos conceitos que permitem simultaneamente analisar a dominação colonial da nossa região por um olhar que não seja o do colonizador e criar uma solidariedade transnacional. O episódio dessa semana traz a segunda parte da nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneira do pensamento feminista negro em nosso país. Conheceremos um pouco mais da Lélia pesquisadora, principalmente a obra que desenvolveu a partir dos anos 1980. Como veremos, a contribuição dessa intelectual é vasta: questiona o mito da democracia racial, analisa as complexas dinâmicas de entrelaçamento entre raça e gênero, além de propor novos conceitos que permitem simultaneamente analisar a dominação colonial da nossa região por um olhar que não seja o do colonizador e criar uma solidariedade transnacional. O formato dessa série é um pouco diferente dos nossos episódios convencionais e foi uma conversa entre quatro pessoas. Gleicy Silva e eu entrevistamos o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. Além de especialistas na obra de Lélia, Alex e Flávia foram responsáveis pela escrita de sua biografia, que esse ano completa dez anos de publicação. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna essa série de episódios.Essa série é fruto da nossa parceria com o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença, da USP.Agradeço imensamente à Regina Facchini e à Carol Parreiras pela organização e produção desse debate.Recentemente, a obra de Lélia Gonzalez foi reunida em umacoletânea publicada pela Uniãodos Coletivos Pan Africanistas. O livro pode ser adquiridodiretamente em contato com o coletivo: ucparbg@gmail.comRedes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiarfinanceiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Aug 12

46 min

O episódio dessa semana inicia uma série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneira do pensamento feminista negro em nosso país. Nesse primeiro episódio, focaremos em sua trajetória de vida, desde a infância e chegando até seu engajamento com os movimentos negros e feministas na década de 1970. Sua obra acadêmica e a recepção contemporânea desses trabalhos serão alvo dos próximos episódios.O formato dessa série é um pouco diferente dos nossos episódios convencionais e foi uma conversa entre quatro pessoas. Gleicy Silva e eu entrevistamos o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. Além de especialistas na obra de Lélia, Alex e Flávia foram responsáveis pela escrita de sua biografia, que esse ano completa dez anos de publicação. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna essa série de episódios que você ouvirá a primeira parte. Essa série é fruto da nossa parceria com o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença, da USP. Agradeço imensamente à Regina Facchini e à Carol Parreiras pela organização e produção desse debate. Recentemente, grande parte da obra de Lélia Gonzalez foi reunida em uma coletânea publicada pela União dos Coletivos Pan Africanistas. O livro pode ser adquirido diretamente em contato com o coletivo: ucparbg@gmail.com

Jul 29

37 min

Nessa semana, conversamos com a socióloga Helena Hirata, que é diretora de pesquisa emérita do CNRS, na França. Helena é uma das mais influentes sociólogas do trabalho e do gênero, com pesquisas que nos ajudaram a compreender melhor as dinâmicas da divisão sexual do trabalho e mais recentemente o trabalho do cuidado. Dentre seus vários trabalhos publicados em português eu destacaria os livros Nova divisão sexual do trabalho? Um olhar voltado para a empresa e a sociedade e também a coletânea Cuidado e cuidadoras: as várias faces do trabalho do care, organizado emparceria com a professora Nadya Araujo Guimarães. Nossa conversaabordou as várias fases da trajetória acadêmica de Helena, seu engajamento com o feminismo, além de outros temas como os conceitos de interseccionalidade e consubstancialidade, e os reflexos da pandemia da covid-19 para o trabalho do cuidado. Quem conduziu essa conversa foi a também socióloga Yumi Garcia dos Santos, que é professora do Departamentode Sociologia da UFMG.Indicação: Dossiê sobre Trabalho, Gênero e Cuidado da Revista Estudos Avançados, da USPRedes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter:@incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram:@larvasincendiadasSite:http://www.larvasincendiadas.comE-mail:larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagramda Regina: @facregApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiarfinanceiramente com doações mensais a partir de um real:http://www.apoia.se/incendiadas

Jul 15

44 min

Nessa semana, conversei com Layla Carvalho, que é doutora em Ciência Política pela USP e professora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Nossa conversa foi sobre a sua tese de doutorado intitulada Da esterilização ao Zika: interseccionalidade e transnacionalismo nas políticas de saúde para as mulheres.A partir do estudo de caso da elaboração do Programa de Assistência Integral a Saúde da Mulher, na década de 1980, da elaboração do Programa Rede Cegonha e da resposta brasileira à epidemia do vírus Zika, ambos na década de 2010, Layla analisa a maneira como os movimentos sociais e o Estado dialogam estrategicamente com os discursos transnacionais. Seu estudo contribui para uma visão mais crítica dos processos transnacionais, demonstrando como esses podem criar oportunidades políticas tanto para movimentos sociais quanto para o Estado. Contribui ainda para reforçar a importância de uma análise interseccional das políticas públicas.

Jul 1

54 min

Nessa semana, para celebrar o Orgulho LGBT+, conversei com Regina Facchini sobre o seu clássico livro Sopa de Letrinhas: movimento homossexual e produção de identidades coletivas nos anos 90. Por meio de uma etnografia do grupo CORSA, de São Paulo, realizada entre os anos de 1997 e 2001, e a análise de vasto material documental, Facchini analisou os processos de construção e reconstrução das identidades coletivas do movimento que hoje chamamos de LGBT ou até mesmo de LGBTQIA+. O Sopa é provavelmente mais conhecido pela maneira como organizou a história do movimento LGBT em três ondas distintas, mas mais do que recontar essa história, observar a dança das letrinhas permite analisar uma série de disputas e relações tanto internas ao movimento quanto externas e que envolvem distintos projetos políticos, conexões com organizações internacionais, com o mercado e também com o Estado. É no meio desse processo e atravessado por todos esses fios que as identidades L, G, B e T se constituem e se reconfiguram, nunca como algo essencial, mas sempre relacional. Esse episódio faz parte campanha #AlémDoArcoÍris que busca incentivar cada vez mais a participação de pessoas LGBTQIA+ na podosfera. A campanha é uma iniciativa da rede #LGBTPodcasters, que nós dos Larvas também participamos. Redes Sociais Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregApoio Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Jun 17

52 min

Conversamos sobre o clássico livro Morte em Família, de Mariza Corrêa. Esse livro, publicado originalmente em 1983, foi fruto de sua pesquisa de mestrado em ciências sociais na UNICAMP, desenvolvida entre os anos de 1973 e 1975. Mariza analisou os processos judiciais de homicídio e tentativa de homicídio entre casais, que foram julgados pelo Tribunal do Juri de Campinas, entre os anos de 1952 e 1972. Sua pesquisa revela uma complexa dinâmica entre as regras formais do Direito e as normas sociais e de gênero . Para realizar essa conversa, Regina Facchini e eu conversamos com Adriana Piscitelli, Larissa Nadai e Roberto Efrem Filho. Esse episódio faz parte de uma parceria maravilhosa entre o Larvas Incendiadas, o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos Sobre Marcadores Sociais da Diferença, o NUMAS da USP e está sendo lançado simultaneamente em nosso feed no formato de áudio, no facebook do Pagu e no canal de youtube do NUMAS, no formato vídeo.

Jun 3

101 min

Nessa semana, conversei com a cientista política Daniela Leandro Rezende. Começamos conversando sobre os estudos de gênero e sexualidade na Ciência Política. Abordamos os desafios e resistências dessa área aos nossos temas de pesquisa, mas também sobre como algumas brechas foram e ainda tem sido produzidas. Depois, Daniela nos contou um pouco sobre as pesquisas sobre mulheres e partidos políticos no Brasil e mais especificamente sobre seu recente trabalho que investiga o funcionamento e os efeitos dos departamentos ou setoriais de mulheres nos partidos. Daniela ainda comentou sobre a recente decisão do TSE que recomenda a adoção de cotas de 30% para as candidaturas aos cargos internos aos partidos. Por fim, conversamos brevemente sobre a Rede de Pesquisas em Feminismos e Política, que busca reunir e fomentar pesquisadoras da Ciência Política e áreas afins que trabalham sobre feminismo, gênero e sexualidade.

May 27

56 min

Nessa semana, Guilherme Passamani entrevistou a antropóloga Guita Grin Debert sobre seu clássico livro A Reinvenção da Velhice: Socialização e Processos de Reprivatização do Envelhecimento. Por meio da análise de políticas públicas e do discurso da gerontologia, Guita investigou as mudanças na construção social da velhice no Brasil, da década de 1990, argumentando pela existência de um processo complexo e paradoxal que por um lado constrói uma ideia positiva e de ganhos da velhice e, por outro, a recoloca como uma responsabilidade individual de sujeitos que supostamente teriam “falhado” em manter seus corpos jovens e saudáveis. Apesar do livro não ter como eixo central o gênero, a obra e a pesquisadora influenciaram e ainda influenciam nosso campo de estudos, sendo peça fundamental para disparar uma série de pesquisas recentes sobre gênero, sexualidade e envelhecimento.

May 13

43 min

Nessa semana, conversamos com Rafaela Vasconcelos, que é doutora em psicologia pela UFMG e atualmente realiza seu pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado, intitulada "Nunca fui FEM". Interseções entre militarismo e normas de gênero na trajetória de combatentes transexuais. A partir de uma etnografia que acompanhou a trajetória de dois homens trans militares, sendo um bombeiro e outro policial militar, Rafaela analisou a maneira como as normas de gênero e as normas da hierarquia militar se relacionam, ora se reforçando mutuamente, ora se chocando, produzindo certas suspensões. Seu trabalho contribui para entendermos melhor como essas instituições militares fazem a gestão das pessoas e dos gêneros, bem como sobre as estratégias que as pessoas trans usam para sobreviver e até perseverar nesses ambientes altamente regulados. É um trabalho que já seria importante por si só, mas que nesse contexto de crescente militarização da segurança pública, da política e da vida ganha uma nova camada de sentido e de relevância. Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Apr 29

41 min

Nessa semana, conversamos com a antropóloga Larissa Pelúcio, que é professora da Universidade Estadual Paulista, a UNESP, campus Bauru. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro Amor em Tempos de Aplicativo - Masculinidades Heterossexuais e a nova economia do desejo, publicado pela editora Annablume. A partir de uma série de relações construídas por meio dos aplicativos Adote um Cara, Happn e Tinder, Larissa buscou analisar as maneiras como os afetos, o amor e as masculinidades se transformaram na atualidade, seja pela onipresença das mídias sociais digitais como mediadoras das nossas relações, ou seja por outras mudanças sociais como a emergência pública do discurso feminista e a penetração da lógica neoliberal na esfera social e da intimidade.

Apr 15

60 min

Conversamos com Gabriel Galil sobre a evolução da proteção por orientação sexual e identidade de gênero no Direito Internacional.

Apr 2

44 min

Conversamos com Cristiano Rodrigues sobre seu livro Afro-Latinos em Movimento: Protesto Negro e Ativismo Institucional no Brasil e na Colômbia

Mar 18

41 min

O episódio dessa semana é um repost do Olhares Podcast. Quando a Aline Hack me avisou que iria passar suas férias em Viçosa (Minas Gerais), e que iria gravar com a Elisabeth Cardoso, eu fiquei tão feliz com a ideia que fui logo avisando: eu vou querer respostar esse episódio! Depois que escutei o episódio pronto, tive ainda mais certeza que precisava compartilhar com vocês.A Aline conversou com a Elisabeth Cardoso e a Liliam Telles. A Elisabeth é agrônoma do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (CTA ZM) e parte do grupo de trabalho de mulheres na Articulação Nacional de Agroecologia (ANA). A Liliam é militante da Marcha Mundial das Mulheres, engenheira florestal, integrante do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata e também compõe o GT de mulheres da ANA.A agroecologia é produção de conhecimento e movimento social ao mesmo tempo, defendendo um outro modo de produção agrícola e de relação com o alimento, o território e o mundo. Falando assim parece algo utópico, mas é uma realidade em diversos lugares do mundo, inclusive alguns bem próximos de nós. Além disso, como perceberemos nesse episódio as mulheres tem um lugar central na agroecologia.O episódio inteiro está muito bom, mas eu gostaria que vocês dessem especial atenção ao momento que a Elisabeth fala das Cadernetas Agroecológicas. Esse instrumento, para mim, é genial. Além de ter sido uma excelente ferramenta de pesquisa, é política pura. Por meio da anotação cotidiana do que as mulheres consumiam, vendiam, doavam ou trocavam, essa caderneta deu visibilidade ao valor daquilo que as mulheres produzem em seus quintais, criando reconhecimento para um trabalho que é quase sempre não considerado. Isso ajuda a avançar no conhecimento sobre a vida das mulheres e sobre a produção de renda nessas famílias, mas também efetivamente empodera as mulheres que participaram da pesquisa. Você pode baixar o relatório da pesquisa com as cadernetas no site do CTA ZM: https://ctazm.org.br/bibliotecas/caderneta-agroecologica-e-os-quintais-270.pdfAgradeço enormemente à Aline Hack, do Olhares Podcast, pela autorização para repostar esse episódio. Aliás, se você que está ouvindo aqui ainda não é ouvinte do Olhares, corre e assina o feed lá também.Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregSiga também o Olhares:Twitter: https://twitter.com/olharespodcastFacebook: https://www.facebook.com/olharespodcastInstagram: https://www.instagram.com/olharespodcast/ApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Mar 4

68 min

No episódio de hoje, Luan Cassal entrevistou Thiago Ranniery. Luan é doutor em psicologia pela UFF e atualmente faz um novo doutorado em educação na Universidade de Manchester, na Inglaterra. Já Ranniery é biólogo, com doutorado em educação pela UFRJ. A conversa foi sobre a pesquisa de doutorado de Thiago Ranniery que resultou na tese Corpos feitos de plástico, pó e glitter: currículos para dicções heterogêneas e visibilidades improváveis. Em sua pesquisa, Ranniery buscou operar um deslocamento queer do pensamento curricular, combinando algumas andanças e experiências em escolas e cenas lgbt de Aracaju, com um forte diálogo com as teorias queer e póscoloniais. Seu trabalho contribui para o campo de estudos de educação, gênero e sexualidade ao oferecer uma narrativa sobre a escola que se recusa a pensá-la única e exclusivamente como o local da violência e da reprodução dos comportamentos normativos. Além disso, oferece um olhar para o contexto de Aracaju, revelando como gênero, sexualidade, raça, modernidade e colonialismo se atravessam. O trabalho de Thiago Ranniery pode ser baixado gratuitamente em: https://www.academia.edu/30134853/Corpos_feitos_de_pl%C3%A1stico_p%C3%B3_e_glitter_curr%C3%ADculos_para_dic%C3%A7%C3%B5es_heterog%C3%AAneas_e_visibilidades_improv%C3%A1veis Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Feb 19

51 min

 O episódio de hoje é uma homenagem a Fernanda Benvenutty, travesti, paraibana, ativista, mãe, técnica de enfermagem e carnavalesca. Fernanda nos deixou no domingo, dia 02 de fevereiro de 2020, entre o carnaval e o dia da visibilidade trans, duas datas que tanto marcaram quanto foram marcadas por ela.A forma que temos de homenagear Fernanda é fazendo sua voz ser ouvida mais uma vez, para que ecoe e possamos aprender com a sua experiência. É difícil apresentar Fernanda, pois essa foi e fez muitas coisas em sua vida. Nasceu no interior da Paraíba na década de 1960, saiu de casa ainda adolescente, trabalhou de doméstica, babá, artista circense e tantas outras profissões para sobreviver. Estudou técnica de enfermagem e se tornou parteira, trabalhou em diversos hospitais e dedicou muito da sua vida à luta pela saúde pública. Na militância, teve importância em seu estado e também em âmbito nacional. Em outubro de 2002 fundou a ASTRAPA – Associação de Travestis e Transexuais da Paraíba, organização que até hoje existe e atua naquele estado na defesa dos direitos das pessoas trans. Durante os anos de 2004 a 2008 se tornou vice-presidenta da ANTRA – Associação Nacional de Travestis e Transexuais. Representando a ANTRA participou da elaboração do Programa Brasil Sem Homofobia, do Processo Transexualizador e de tantas outras políticas públicas para a população LGBT. Acreditava na ocupação dos espaços institucionais como forma de promover mudanças sociais mais amplas e por mais de uma vez se lançou candidata pelo Partido dos Trabalhadores. Seu legado para esse país é amplo e não será esquecidoSelecionei algumas gravações de falas da Fernanda que assisti para compartilhar com vocês. São falas que a ativista fez durante eventos públicos que acompanhei e gravei para a minha pesquisa de doutorado. Mais especificamente, estou utilizando um pedaço de uma fala feita no XXII ENTLAIDS, realizado no ano de 2017, na cidade de Teresina (PI). E dois pedaços de falas que Fernanda fez, em 2016, em um evento organizado pela profa. Flávia Teixeira da Universidade Federal de Uberlândia. Como a gravação não foi feita pensando em publicar em um podcast, a qualidade do som não é perfeita e há uma série de ruídos ou barulhos da plateia. É claro que o que vocês ouvirão é apenas um recorte de quem foi a Fernanda, a partir dos meus encontros com ela. Eu era um estudante de doutorado pesquisando o movimento trans e Fernanda, uma das ativistas centrais daquele movimento. Ela foi uma figura importante nessa minha trajetória, não apenas pelo local que ocupava no movimento, mas também pelo conteúdo de suas falas, por nossas conversas e trocas de carinho. Fernanda era extremamente inteligente, alegre, enérgica e dona de uma personalidade forte. Mesmo sem querer acabava por se destacar nos lugares. Não se calava quando via ou ouvia algo que não concordava, mesmo quando sabia que suas posições eram consideradas polêmicas ou controversas. Nossas conversas eram intensas, Fernanda discordava radicalmente de várias das minhas ideias e aprendi muito com essas discussões. Tenho insistido em minhas produções que o conhecimento não é produzido apenas nas universidades e espaços formais de saber. Fernanda e o movimento trans produziram e ainda produzem muito conhecimento. Espero que com esses pedacinhos áudio eu possa honrar a sua história e compartilhar com vocês o conhecimento que ela ainda tem a nos passar. Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Feb 5

49 min

Depois de um período de férias, retornarmos as atividades e com mais energia do que nunca. Para começar 2020, trazemos mais um episódio da nossa série Incendiando os Clássicos. Essa semana, Regina Facchini conversou com Benedito Medrado que é professor do Departamento de Psicologia da UFPE. A conversa costurou um balanço dos estudos de masculinidade do Brasil com a história do Instituto Papai, uma organização pioneira nos trabalhos sobre masculinidades na América Latina e que no último 10 de janeiro comemorou 23 anos de atuação.Antes de passar para nossa conversa, temos alguns lembretes e avisos. Em 2020, continuaremos publicando nossos episódios quinzenais às quartas-feiras. Nosso trabalho é e sempre será disponível gratuitamente para todas as pessoas. Se você gosta dos nossos episódios, ajude compartilhando com amigos e amigas, comentando nas redes sociais ou se tornando um dos nossos financiadores. Você encontra mais informações na aba apoie de nosso site.O Larvas faz parte do Portal Desaprender, uma rede de podcasts que abordam o tema da educação por diversas perspectivas. Além de nós, integra o Desaprender o Entre Fraldas e o Dadtalks, dois podcasts sobre paternidade e que tem tudo a ver com esse nosso episódio.Também fazemos parte da recém criada rede LGBTPodcasters para fortalecer e divulgar podcasts feitos por e para pessoas LGBT. Procure pela #lgbtpodcasters nas redes sociais para encontrar os conteúdos de nossos podcasts parceiros.Por fim, gostaríamos de agradecer publicamente ao Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher (NEPEM) da UFMG e o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu da UNICAMP. A parceria com esses núcleos tem sido fundamental para o sucesso de nosso podcast.Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Jan 22

67 min

Nessa semana, conversamos com Maíra Marcondes Moreira que é psicóloga e mestra em psicologia pela UFMG. Nossa conversa foi sobre seu livro O Feminismo é Feminino? A inexistência da mulher e a subversão da identidade, publicado pela editora Annablume.  Com essa pergunta instigante e com diversos sentidos possíveis, Maíra se propõe a fazer uma aproximação entre a psicanálise lacaniana, em especial a noção de feminino em Lacan, com a teoria queer da filosofa feminista Judith Butler. É um trabalho que busca, a partir dessa dupla aproximação, repensar os modos contemporâneos de se fazer política e expandir os nossos horizontes de possibilidades.O livro de Maíra pode ser comprado no site da editora.AvisosCom esse episódio, nos despedimos de 2019. Foi um ano muito intenso para nós. Foram 28 episódios, divulgando algumas das melhores pesquisas recentes em gênero e sexualidade. Alcançamos todos os estados do Brasil e mais de 14 países estrangeiros. E isso só em nosso primeiro ano de existência. Agora, vamos dar um pequeno intervalo para descansar, mas não se esqueçam da gente! Em janeiro retornaremos com novos episódios para vocês.Redes Sociais Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Dec 2019

36 min

Essa é a segunda parte de nossa conversa com a Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Se você ainda não escutou a primeira parte, corre e escuta porque a Gabriela nos contou sobre a história da epidemia e das políticas da aids no Brasil. Agora nessa parte, vamos aprofundar na análise que a pesquisadora desenvolveu em sua tese de doutorado intitulada Políticas públicas de saúde e reconhecimento: um estudo sobre prevenção da infecção pelo HIV para homens que fazem sexo com homens na cidade de São Paulo. É um trabalho muito rico que ajuda a avançar na nossa compreensão das políticas públicas para HIV e Aids no Brasil, permitindo observar com clareza alguns aspectos em que a política fracassou e aprimorá-la. Você pode baixar gratuitamente o trabalho da Gabriela em: http://bit.ly/2RCsNwWAntes de passar para o episódio, temos um anúncio. Nós já usávamos a #lgbtpodcasters para divulgar nossos episódios, agora, inspirados pelas mulheres podcasters estamos buscando ir além da hashtag e construir uma rede de apoio entre podcasters LGBT. Procure por lgbtpodcasters em todas as redes sociais para conhecer mais do nosso trabalho. Além disso, se você é uma pessoa lgbt que produz conteúdo em podcast, vem colar com a gente nessa iniciativa e use a #lgbtpodcasters para divulgar seu conteúdo.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Dec 2019

45 min

Conversamos com Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga, mestra em psicologia e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Atualmente, é pesquisadora vinculada ao Laboratório Processamento de Dados Biomédicos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado intitulada Políticas públicas de saúde e reconhecimento: um estudo sobre prevenção da infecção pelo HIV para homens que fazem sexo com homens na cidade de São Paulo. Tivemos um papo tão gostoso e importante que acabou durando horas. E aí, resolvemos dividir a conversa em dois episódios especiais que integram nossa campanha para o Dezembro Vermelho contra à AIDS. No episódio de hoje, Gabriela vai nos contar sobre a história das políticas de prevenção ao hiv e aids no Brasil. História essa que fez parte da sua vida e também da sua pesquisa de doutorado. No próximo episódio, adentraremos na maneira como ela analisa criticamente como essas políticas tem funcionado. Fique agora com a nossa conversa!Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Dec 2019

50 min

No episódio de hoje, Regina Facchini entrevistou Júlio Simões, que é antropólogo, professor da Universidade de São Paulo e pesquisador do NUMAS  - Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença. A conversa foi sobre o clássico livro O Negócio do Michê, do poeta e antropólogo argentino Néstor Perlongher. Entre os anos de 1982 e 1985, Perlongher se jogou nas ruas de São Paulo para etnografar a prostituição viril que ali ocorria, buscando analisar as dinâmicas de poder e desejo que atravessavam essa prática, além dos processos de territorialização e desterritorialização do espaço urbano, dos corpos e das identidades. Esse rico trabalho até hoje influencia diversos campos do saber como a antropologia urbana e os estudos de gênero e sexualidade. Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Nov 2019

51 min

O episódio de hoje é bem diferente do nosso padrão. Se você acompanha nossas redes sociais, você já sabe que fomos convidados pelo Spotify para participar do #SpotifyForPodcastersSummit. Foi um encontro enorme que reuniu podcasters do país inteiro durante dois dias. E lá, nós participamos da gravação desse episódio que você vai ouvir agora, um crossover com o POC de Cultura, o Podcastão e o Santíssima Trindade das Perucas. Quatro podcasts maravilhosos, gravando juntos e conversando sobre como é ser LGBT e produzir essa mídia. Foi muito divertido, espero que vocês gostem. Fique agora com a nossa conversa.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Siga também os outros podcasts que participaram desse crossover:POC de CulturaTwitter: https://twitter.com/pocdeculturaInstagram: https://www.instagram.com/pocdecultura PodcastãoInstragram do Podcast: https://www.instagram.com/podcastaoLela Gomes: https://www.instagram.com/lelagomes/Juliana de Paiva: https://www.instagram.com/julianadepaiva_/Santíssima Trindade das PerucasBianca Della Fancy https://twitter.com/DELLAFANCYDuda Dello Russo: https://www.instagram.com/dudadellorusso/LaMona Divine: https://twitter.com/LaMonaDivine Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Nov 2019

45 min

Nesta semana, inauguramos uma nova linha de episódios chamada Incendiando os clássicos em que divulgaremos trabalhos que ajudaram a fundar ou que de alguma maneira marcaram o nosso campo de estudos de gênero e sexualidade no Brasil. Incendiar os clássicos, como quero fazer aqui, deve ser entendido numa chave de colocá-los em movimento e de renovação, de fazê-los circular e aprendermos mais uma vez com eles, sem que isso signifique sacralizar esses textos. Afinal, a renovação pelo fogo é sempre um pouco de destruição.Para inaugurar o Incendiando os clássicos, conversei com James Green, que é historiador e professor de História da América Latina da Brown University. Nossa conversa foi sobre seu livro Além do Carnaval: a homossexualidade masculina no Brasil do século XX, publicado pela editora UNESP. Por meio de uma pesquisa em jornais, arquivos médicos e policiais e uma miriade de entrevistas, James reconstrói e analisa as sociabilidades, as resistências e as opressões enfrentadas pelos homens homossexuais do Rio de Janeiro e São Paulo no longo período que vai do final do século XIX até o início da década de 1980. Além do Carnaval é um rico trabalho que costura o cotidiano com as grandes tendências sociais e políticas de cada momento. Em função desse amplo recorte temporal, contribui também para demonstrar as mudanças ao longo do tempo nas maneiras como compreendemos a sexualidade, nos identificamos e nos organizamos. Ainda hoje, esse trabalho é uma das principais fontes sobre a história da homossexualidade no Brasil.Após um tempo esgotado nas livrarias, a editora da UNESP lançou uma segunda edição. Você pode adquirir o livro no site da editora: http://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539307937,alem-do-carnaval-2-edicaoLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Oct 2019

41 min

Nesta semana, damos continuidade ao debate sobre os retratos transnacionais da cruzada antigênero. Thiago e Regina Facchini conversaram com o Marco Aurélio Máximo Prado, do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos LGBT da UFMG, e Sônia Correa, do Sexuality Policy Watch. Caso ainda não tenha ouvido o primeiro episódio dessa nossa sequência, corre lá e ouça. Lá oferecemos uma genealogia do que vem hoje sendo chamado de “ideologia de gênero” (sempre entre aspas) e traçamos um breve panorama dessa ofensiva na Europa ocidental. Nessa segunda parte, Sonia e Marco nos explicaram com mais detalhes os aspectos conceituais e os parâmetros analíticos que são necessários para corretamente compreender esse fenômeno. Além disso, compararam as experiências da Europa com as da América Latina, demonstrando as diferenças e aproximações dos casos.O dossiê que baseia a nossa conversa pode ser lido gratuitamente no site da Revista Psicologia Política: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1519-549X20180003&lng=pt&nrm=isoAlém disso, recomendamos fortemente que você vá ao site do SPW e confira os materiais que vem sendo produzidos a partir do projeto de investigação sobre a ofensiva antigênero na América Latina: https://sxpolitics.org/GPAL/Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Oct 2019

55 min

Nesta semana, Regina Facchini conversou com Camila Pierobon que é cientista social pela UEL, mestra e doutora em Ciências Sociais pela UERJ. Atualmente realiza seu pós-doutorado no CEBRAP. A conversa foi sobre sua tese de doutorado Tempos que duram, lutas que não acabam: o cotidiano de Leonor e sua ética de combate. A partir do cotidiano de Leonor, uma mulher idosa moradora de uma ocupação no centro da cidade do Rio de Janeiro, Camila analisa o as temporalidades e as memórias de dor e sofrimento; a ética e o trabalho do cuidado; a precariedade infraestrutural da moradia e as relações que Leonor e a ocupação desenvolvem com o Estado. Fique agora com a nossa conversa.Você pode ler a tese gratuitamente aqui.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Sep 2019

43 min

Nesta semana, conversamos com Gleicy Mailly da Silva, que é antropóloga, mestra e doutora em antropologia. Atualmente, realiza seu pós-doutorado no Núcleo de Estudos de Gênero Pagu da UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu recente artigo Corpo, política e emoção: feminismos, estética e consumo entre mulheres negras, publicado na revista Horizontes Antropológicos. A partir de uma etnografia realizada no ateliê Xongani, uma marca de moda afro, seu trabalho analisa um complexo trançado entre consumo, feminismo negro, redes sociais e outros fios que atravessam a diversidade de atividades político-identitárias protagonizadas por mulheres negras na atualidade.Você pode ler o artigo gratuitamente aqui.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Sep 2019

38 min

Nesta semana, conversamos com Gab Lamounier, que é psicólogo e mestra em psicologia pela UFMG. Seu trabalho é uma análise transviada da pioneira política de Alas LGBT no Sistema Prisional de Minas Gerais. Por meio da ida semanal na ala de Vespasiano, da interação com as pessoas encarceradas, da entrevista com gestores e da análise dos documentos e normativas que regem a política, Gab descreve e analisa as relações de poder que atravessam aquele lugar bastante peculiar, revelando as violências e também as resistências que ali ocorrem. É um convite para repensarmos a política das alas tendo em vista a sua melhora, mas sem perder o horizonte da abolição das prisões.Você pode baixar gratuitamente a íntegra do trabalho aqui.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Siga Gab no instagram: @comtato.gabSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Aug 2019

38 min

Nesta semana, Thiago Coacci e Regina Facchini entrevistaram Marco Aurélio Máximo Prado e Sonia Corrêa sobre o dossiê Retratos transnacionais e nacionais das cruzadas antigênero que organizaram para a Revista Psicologia Política. Esse dossiê reúne diversos artigos que oferecem desde uma genealogia do que temos chamado de ideologia de gênero até alguns estudos de caso de como esse fenômeno têm operado na Europa e no Brasil. É uma contribuição importante para entendermos o momento político que passamos em nosso país e também no mundo. Como o assunto é bastante complexo e longo, faremos um segundo episódio aprofundando no tema.O dossiê pode ser lido gratuitamente no site: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1519-549X20180003&lng=pt&nrm=isoTemos também uma novidade. Fizemos uma parceria com a antropóloga Regina Facchini, que é pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP. A partir de hoje, Regina colaborará com alguns episódios.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Aug 2019

53 min

Nesta semana, conversamos com Letícia Cardoso Barreto que é psicóloga e doutora em Ciências Humanas pela UFSC. Seu trabalho resgata e sistematiza a história do movimento de prostitutas de Belo Horizonte e do Brasil, bem como o conhecimento produzido sobre a prática do trabalho sexual. Ao fazer essa imersão quase arqueológica, Letícia se interessa por analisar as diferentes relações entre feminismos e prostituição que emergem. É uma contribuição importante para conhecermos mais sobre esse movimento social e essa população que paradoxalmente está tão visível nas ruas das grandes cidades, mas que tão pouco tem sua voz ouvida.Referências e indicações mencionadas no episódio:Letícia Barreto, Somos sujeitas políticas de nossa própria história": prostituição e feminismos em Belo HorizonteJornal Beijo da RuaFlávia Teixeira, L’italia dei diviettiCarole Vance, States of ContradictionMonique Prada, PutafeministaAmara Moira, E se eu fosse puraLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Jul 2019

56 min

Nesta semana, Beatriz Santos, Dann Carreiro/Dimitra Vulcana e Thiago Coacci conversaram com o João Manuel de Oliveira, que é doutor em psicologia social e professor visitante na UFSC, sobre os estudos e teorias queer.  João nos oferece uma pequena introdução a esse campo indisciplinado do saber. Em função de alguns problemas pessoais, não conseguimos terminar a edição do episódio que seria lançado essa semana. Para não ficar sem conteúdo, o pessoal do HQ da Vida veio ao nosso resgate e autorizou a reprodução em nosso feed desse episódio que você ouvirá. Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/HQ da Vida: https://halfdeaf.com.br/shows/hq-da-vidaDimitra Vulcana: @DimitraVulcanaBeatriz Santos: @beatriz_santosSe gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Jul 2019

76 min

Nesta semana, conversamos com Alícia Krüger que é farmacêutica pela UEPG, mestra em Saúde Coletiva pela UNB e doutoranda em Endocrinologia Clínica pela UNIFESP. Nossa conversa foi sobre sua pesquisa de mestrado que buscou descrever empiricamente a frequência e os padrões de usos de hormônios pelas mulheres transexuais e travestis de Brasília. Seu trabalho oferece dados quantitativos e insights sobre essa população que podem auxiliar a fomentar políticas públicas, bem como orientar melhores práticas de atenção à saúde para pessoas trans. Você pode acessar o trabalho de Alícia em: http://bit.ly/2KTUU8tGostaríamos de lembrar da nossa parceria com a Editora Devires e a loja Queer Livros. Ao comprar um livro com o nosso link, o Larvas receberá uma porcentagem da sua compra como apoio. Você ganha mais conhecimento, apoia uma pequena editora independente e também o seu podcast de estudos de gênero e sexualidade. Mas lembre-se, só vamos receber de volta parte da sua compra se você utilizar esse link aqui: http://fmais.co/?aff=547191Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Facebook ABRASITTI: https://www.facebook.com/ABRASITTI/Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadasQuer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb

Jul 2019

58 min

Conversamos hoje com Viviane Vergueiro, que é formada em economia pela UNICAMP, possui mestrado em Cultura e Sociedade pela UFBA e atualmente realiza seu doutorado em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismos também na mesma universidade. Nossa conversa foi sobre seu livro Sou Travestis: estudando a cisgeneridade como uma possibilidade decolonial, publicado pela padê editorial. Em uma escrita fluida, que mistura relatos autoetnográficos com denso diálogo teórico, Viviane nos oferece de forma pioneira uma analítica da cisgeneridade, destrinchando como essa norma social opera em nossa sociedade. Seu trabalho contribui para uma virada nos estudos de gênero e sexualidade, no sentido de possibilitar uma análise mais simétrica da múltiplas possibilidades de gêneros ao nomear e retirar do lugar de naturalidade esse outro antes não nomeado.Você pode adquirir a versão física do livro clicando aqui. Em breve, uma versão digital  estará disponível gratuitamente no site da padê. Além disso, você também pode acessar a dissertação de mestrado de Viviane em: http://bit.ly/diss-vergueiro-vivianeGostaríamos de lembrar da nossa parceria com a Editora Devires e a loja Queer Livros. Ao comprar um livro com o nosso link, o Larvas receberá uma porcentagem da sua compra como apoio. Você ganha mais conhecimento, apoia uma pequena editora independente e também o seu podcast de estudos de gênero e sexualidade. Mas lembre-se, só vamos receber de volta parte da sua compra se você utilizar esse link aqui: http://fmais.co/?aff=547191Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadasQuer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb

Jun 2019

42 min

Conversamos hoje com Silvia Aguião, que é doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu livro Fazer-se no Estado: uma etnografia sobre o processo de constituição dos "LGBT" como sujeitos de direitos no Brasil contemporâneo, publicado pela Editora da UERJ em 2018. Seu trabalho é uma análise rica do processo de coprodução de sujeitos, direitos e políticas públicas LGBT que ocorreu entre os anos 2000 e início da década de 2010. Infelizmente, o livro já se encontra esgotado no site da editora, mas em breve estará disponível gratuitamente no scielo books.O Larvas possui uma parceria com a Editora Devires e a loja Queer Livros. Ao comprar um livro com o nosso link, o Larvas receberá uma porcentagem da sua compra como apoio. Você ganha mais conhecimento, apoia uma pequena editora independente e também o seu podcast de estudos de gênero e sexualidade. Mas lembre-se, só vamos receber de volta parte da sua compra se você utilizar esse link aqui: http://fmais.co/?aff=547191Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comSe gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadasQuer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb

Jun 2019

46 min

Nessa semana, conversamos com Marília Moschkovich, que é socióloga e doutora em educação pela UNICAMP. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado Feminist Gender Wars em que analisa a circulação global do conhecimento feminista e as controvérsias que existiram na recepção brasileira do conceito de gênero. Esse rico trabalho contribui tanto para compreendermos mais adequadamente a configuração atual dos estudos de gênero no país, quanto para situar nossa produção numa dinâmica global, rompendo com algumas leituras reducionistas que nos coloca como simplesmente absorvendo categorias produzidas no norte e posteriormente aplicando-as por aqui.Você pode acessar a tese completa da Marília em: http://bit.ly/2Jx4kWWO Larvas Incendiadas faz parte do Portal Desaprender, uma iniciativa que agrega diversos podcasts sobre educação. Não deixe de conferir o nosso portal e os podcasts parceiros.Antes de passar para a entrevista, gostaríamos de lembrar da nossa parceria com a Editora Devires e a loja Queer Livros. Já falamos dessa parceria no episódio passado, mas queremos reforçar. Ao comprar um livro com o nosso link, o Larvas receberá uma porcentagem da sua compra como apoio. Você ganha mais conhecimento, apoia uma pequena editora independente e também o seu podcast de estudos de gênero e sexualidade. Mas lembre-se, só vamos receber de volta parte da sua compra se você utilizar esse link aqui: http://fmais.co/?aff=547191Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comMarília Moschkovich: @MariliaMoscou (em todas as redes sociais)Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadasQuer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb

May 2019

75 min

Nessa semana, conversamos com Guilherme Rodrigues Passamani, que é doutor em ciências sociais pela UNICAMP, professor na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e coordenador do Núcleo de Estudos Néstor Perlongher. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro, Batalha de confete - Envelhecimento, condutas homossexuais e regimes de visibilidade no Pantanal-MS, publicado em 2018 pela editora Papéis Selvagens. A partir de um trabalho de campo em Corumbá e Ladário, duas cidades na fronteira do Brasil e Bolívia, no coração do Pantanal, Guilherme Passamani analisa os cursos de vida de pessoas com condutas homossexuais que envelheceram nesses locais. Dessa maneira, seu trabalho nos auxilia na compreensão de algumas dinâmicas pouco exploradas pelas ciências sociais como o envelhecimento de pessoas com condutas homossexuais e, talvez ainda mais importante, as especificidades das trajetórias dessas pessoas que por diversas razões não migraram para os grandes centros urbanos e vivenciaram - e ainda vivenciam - suas condutas homossexuais em pequenas cidades do interior.Você pode adquirir o livro direto no site da editora: http://bit.ly/2J6wyY1Esse é o nosso primeiro episódio lançado pelo Portal Desaprender, uma iniciativa que agrega diversos podcasts sobre educação. Não deixe de conferir o nosso portal e os podcasts parceiros em desaprender.com.br. Com essa mudança é possível que tenha ocorrido erros em alguns agregadores, na maior parte das vezes basta você cancelar a sua inscrição e se inscrever novamente para resolver. Caso o erro persista e você não esteja recebendo normalmente o episódio em seu feed, entre em contato com a gente que tentaremos te ajudar.Temos mais um anúncio. Agora tem mais uma forma de você apoiar financeiramente o Larvas: comprando livros. Isso mesmo! Fizemos uma parceria com a Editora Devires, uma pequena editora independente especializada em publicar livros na área dos estudos de gênero e sexualidade. Ao comprar um livro na loja da editora, a Queer Livros, o Larvas receberá uma porcentagem da sua compra como apoio. Você ganha mais conhecimento, apoia uma pequena editora independente e também o seu podcast de estudos de gênero e sexualidade. Mas lembre-se, só vamos receber de volta parte da sua compra se você comprar utilizando esse link: http://fmais.co?aff=547191Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comSe gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadasQuer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb

May 2019

47 min

Nessa semana, conversamos com Isabela de Oliveira Dornelas, que é historiadora, mestra e doutoranda em história pela UFMG. Seu trabalho analisou as controvérsias sobre o aborto terapêutico no século XIX, demonstrando como os discursos médicos, jurídicos e religiosos se entrelaçaram para produzir distintas posições relativas a essa técnica. Resgatar uma parte pouco conhecida da história possui valor em si mesmo, todavia a pesquisa de Isabela vai além. Esse olhar histórico e com uma perspectiva de gênero sobre o aborto provoca estranhamento e auxilia a desnaturalizar algumas concepções atuais que possuímos, permitindo a abertura de novos caminhos para se compreender o aborto e suas regulações. Como anunciado anteriormente, o Larvas agora integra o portal Desaprender que reúne diversos podcasts que de alguma maneira abordam o tema da educação, como o Entre Fraldas, o GizCast, o Plena Mente e outros que ainda virão. Não deixe de conferir o nosso portal e os podcasts parceiros. Com isso, teremos algumas mudanças no Larvas. Nas próximas semanas migraremos o nosso feed para um novo servidor e também faremos algumas alterações em nosso site. Se você escuta por meio de um agregador, você deve continuar recebendo normalmente os nossos episódios. Por meio de nossas redes sociais, daremos mais detalhes sobre o processo de migração e sobre qualquer problema eventual. Então, não esquece de nos seguir! Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram: @larvasincendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas Quer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb

Apr 2019

45 min

Nessa semana, conversamos com Bruna Cristina Jaquetto Pereira, que é bacharel em relações internacionais pela UNESP, mestra e doutoranda em Sociologia pela UNB. Nossa conversa foi sobre seu livro Tramas e Dramas de Gênero e de Cor: A Violência Doméstica contra Mulheres Negras, publicado em 2016 pela editora Brado Negro. O livro é fruto de sua pesquisa de mestrado em que por meio de um cuidadoso trabalho de entrevistas faz emergir de maneira bastante complexa as formas como gênero e raça se cruzam no fenômeno da violência doméstica contra as mulheres negras, sempre destacando as maneiras distintas como essa violência pode afetar mulheres pretas e pardas. Para adquirir uma cópia do livro, entre em contato com a autora: brunacjpereira@gmail.com Lembre-se de nos seguir nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Twitter da Bruna: @BrunaCJPereira Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas Quer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb

Apr 2019

35 min

O episódio dessa semana é um especial para a campanha #OPodcastÉDelas2019, por isso a Larissa Peixoto assumiu como host do Larvas por um dia. Larissa é doutoranda em Ciência Política na UFMG, seu trabalho analisa de forma comparativa a representação política de mulheres (seja ela feita por deputadas ou deputados) nos parlamentos do Brasil, Reino Unido e Suécia. Larissa entrevistou Clarisse Paradis, que é doutora em Ciência Política e professora da UNILAB. Sua mais recente pesquisa se dedica a comparar a atuação dos mecanismos institucionais de políticas para mulheres no sul global, especialmente na América Latina e Africa, focando na Bolívia, Brasil, Cabo Verde e Moçambique. Larissa e Clarisse conversaram sobre suas pesquisas, sobre a UNILAB, uma universidade brasileira um tanto quanto única, sobre o contexto atual de retrocesso político no Brasil e vários outros assuntos. Para adquirir o livro Traduzindo a África Queer, organizado por Clarisse Paradis em parceria com Caterina Rea e Izzi Madalena Santos Amâncio, acesse: https://www.queerlivros.com.br/traduzindo-a-africa-queer Lembre-se de nos seguir nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Siga a Larissa no twitter: @larissapolitics Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas Quer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb

Mar 2019

31 min

Nessa semana, conversamos com Leandro Colling, que é doutor em Comunicação e Cultura, professor da UFBA e atualmente coordena o Núcleo de Pesquisa e Extensão em Culturas, Gêneros e Sexualidades (NuCus). Nossa conversa foi sobre seu livro Que os outros sejam o normal, lançado no Brasil em 2015 pela EdUFBA e que acaba de ser traduzido para o espanhol pela editora Egales. No livro, Leandro analisa as tensões entre o movimento LGBT e o ativismo queer em Portugal, Chile, Argentina e Espanha. Seu trabalho contribui para a reflexão sobre as consequências concretas da adoção de distintos enquadramentos teórico-metodológicos para fundamentar nossas práticas políticas. Além disso, é um esforço valoroso de análise comparativa de diversos países, oferecendo em português (e agora em espanhol) uma entrada para se conhecer um pouco mais de cada uma dessas realidades. O livro está disponível gratuitamente em: http://bit.ly/2XTkxt9 Lembre-se de nos seguir nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas Quer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb

Mar 2019

46 min

Nessa semana, conversamos com Luciana Andrade, que é cientista social pela UFV, mestra e doutoranda em Ciência Política pela UFMG. Em seu trabalho, Luciana analisou julgamentos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) sobre violência doméstica contra mulheres para avaliar a aplicação da Lei Maria da Penha, buscando identificar as mudanças que essa legislação promoveu na forma como o judiciário lida com a violência doméstica, além dos limites e condicionalidades dessa aplicação. Sua pesquisa ajuda a abrir a caixa preta da justiça e fornece insights para aprofundarmos as políticas públicas de enfrentamento a violência contra as mulheres. Seu trabalho pode ser acessado aqui: http://bit.ly/2tGmY4B Ao final de nossa conversa, Luciana recomendou o II Encontro Nacional da Rede de Pesquisas em Feminismos e Política que será realizado nos dias 2, 3 e 4 de abril de 2019 na Universidade Federal de Viçosa (MG). Saiba mais sobre o evento em: https://www.even3.com.br/redefeminismosepolitica/ Lembre-se de nos seguir nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas Quer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb

Feb 2019

30 min

O episódio de hoje é um especial sobre a criminalização da LGBTIfobia. Conversamos com Paulo Iotti que é advogado, doutor em direito, ativista LGBTI e autor das ações no STF que buscam a criminalização da homofobia e transfobia. Paulo explicou detalhadamente o que são as ações, o que pedem ao tribunal e porque optou pelas estratégias jurídicas que adotou. Além disso, enfrentou algumas das principais críticas à sua ação como a de que estaria deturpando o conceito de racismo, que violaria a separação dos poderes e a crítica abolicionista que não vê no direito penal uma mecanismo adequado para promoção de direitos humanos. Por ser um episódio gravado e publicado no calor do momento, não foi possível editá-lo para remover pequenos ruídos, repetições e vícios de linguagem, todavia, acredito que isso não vai prejudicar. A tramitação da ação e as peças processuais são públicas e podem ser acessadas aqui: http://bit.ly/2T0RPXK Como o episódio ficou mais longo que o nosso normal, indicamos abaixo em qual momento cada assunto é abordado. História das ações: 00:02:18 Explicação dos pedidos: 00:09:15: Resposta à critica de deturpação do conceito de racismo: 00:22:36 Síntese dos pedidos das ações: 00:36:45 Resposta à crítica de violação à separação dos poderes: 00:43:51 Resposta à crítica abolicionista: 01:07:31 Agradecimentos, indicações e divulgações: 1:38:11 Lembre-se de nos seguir nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Feb 2019

106 min

Nessa semana, conversamos com Marco Antônio Gavério, que é cientista social, mestre e doutorando em Sociologia pela UFSCAR. Nossa conversa foi sobre sua pesquisa sobre a criação de categorias científicas para explicar os desejos pela deficiência. Sua pesquisa nos ajuda a compreender melhor como nossa sociedade produz determinadas noções de normalidade e anormalidade que instituem uma ontologia negativa para a deficiência. Nesse sistema de sentidos, a deficiência é sempre uma condição trágica e por essa razão o desejo pela deficiência seja em si ou no outro é interditado moralmente e também por meio de categorias patológicas criadas pelos saberes médicos-psiquiátricos. É um trabalho instigante que mostra que os estudos de gênero e sexualidade e os estudos sobre deficiência talvez sempre estiveram ligados. Seu trabalho pode ser acessado em: http://bit.ly/2th95tm Lembre-se de nos seguir nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Feb 2019

42 min

O episódio dessa semana é um especial para celebrar o dia da visibilidade trans, por isso a ativista e pesquisadora Beatriz Pagliarini Bagagli assumiu como host do Larvas por um dia. Bia é conhecida por seu ativismo trans e por ser a administradora do blog Transfeminismo.com. É formada em letras pela UNICAMP, onde atualmente faz seu mestrado em linguística estudando a disputa pelo sujeito do feminismo entre os discursos transfeministas e feministas radicais. Beatriz entrevistou Luma Nogueira de Andrade, que é doutora em educação, professora da UNILAB e foi presidenta da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura durante os anos de 2017 e 2018. A conversa foi sobre a pesquisa de Luma sobre os desafios e estratégias de resistência de pessoas trans e travestis na escola que resultou em seu livro Travestis na Escola: assujeitamentos e resistência à ordem normativa. O livro pode ser adquirido aqui: http://a.co/d/7Pdt4AA Lembre-se de nos seguir nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Jan 2019

51 min

Nessa semana conversamos com Cleyton Feitosa, que é pedagogo e mestre em Direitos Humanos pela UFPE e atualmente realiza o doutorado em Ciência Política pela UNB. Nossa conversa foi sobre seu livro Políticas Públicas LGBT e Construção Democrática no Brasil, publicado em 2017 pela editora Appris. Sua pesquisa nos ajuda a compreender melhor as dinâmicas e desafios para o funcionamento das políticas públicas LGBT em nosso país, com uma imersão especial no Centro Estadual de Combate à Homofobia de Pernambuco. O livro pode ser adquirido em: http://bit.ly/2HeYCIM Lembre-se de nos seguir nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Jan 2019

38 min

Nessa semana conversamos com Lucas Bulgarelli que é mestre e doutorando em antropologia pela USP. A conversa foi sobre sua pesquisa de mestrado que deu origem a dissertação [ALERTA TEXTÃO] Estratégias de engajamento do movimento LGBT de São Paulo em espaços de interação on-line e off-line (2015-2016). Por meio de sua etnografia, conseguimos compreender os sentidos de alguns conflitos internos ao movimento, bem como suas reconfigurações recentes. O trabalho completo pode ser baixado gratuitamente em: http://bit.ly/disbulga Lembre-se de nos seguir nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente: http://www.apoia.se/incendiadas

Jan 2019

63 min

Nessa semana conversamos com a cientista política Viviane Gonçalves Freitas sobre o seu novo livro Feminismos na Imprensa Alternativa Brasileira. O livro é fruto da sua cuidadosa pesquisa de doutorado que analisou quatro jornais feministas publicados entre as décadas de 1970 e 2010: Nós Mulheres (1976-1978), Mulherio (1981-1988), Nzinga Informativo (1985-1989) e Fêmea (1992-2014). O livro pode ser adquirido aqui: http://bit.ly/2Gh064Q Para celebrar esse nosso segundo episódio, sortearemos um exemplar do livro assinado pela autora. Para isso, siga nossa conta no Twitter e compartilhe o post desse nosso episódio. No dia 26 de dezembro faremos o sorteio e alguma sortuda ou sortudo receberá mais esse presente de natal. Lembre-se de nos seguir nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente: http://www.apoia.se/incendiadas

Dec 2018

39 min

Esse é o primeiro episódio do nosso podcast. Conversamos com a professora Tatiana Lionço (UNB) sobre o seu novo livro Contra a Má-Fé: conjurações de uma acadêmica de ação direta. O livro é composto por diversas reflexões que Tatiana vem fazendo sobre gênero, sexualidade, democracia e laicidade, especialmente influenciada pelos ataques que sofre desde que participou de um evento no Congresso Nacional. O livro pode ser adquirido aqui: http://a.co/d/82ljqST Lembre-se de nos seguir em nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente: www.apoia.se/incendiadas

Dec 2018

39 min

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